Isso costuma ocorrer quando grandes companhias aéreas veem o fluxo de passageiros cair e a demanda pelo transporte de cargas aumentar.
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A companhia brasileira fez menos entregas de abril a junho deste ano do que no mesmo período do ano passado e amargou prejuízo. Fim da negociação de joint venture com a Boeing e covid-19 afetaram resultados.
Através da empresa de carga do grupo e de aviões de passageiros, a companhia aérea está transportando suprimentos médicos e alimentos.
Empresa dos Emirados Árabes presta serviços de transporte aéreo para a indústria petrolífera.
Número de passageiros chegou a 15,4 milhões no ano passado, contra 14,8 milhões em 2018.
Empresa está apresentando o E195-E2, o maior avião comercial que já produziu, em uma turnê que começou em junho e termina no final do ano.
Indústria brasileira de aeronaves entregou 17 jatos comerciais e 27 executivos no terceiro trimestre do ano. Carteira de pedidos firmes somava US$ 16,2 bilhões no final de setembro.
Fabricante brasileira colocou no mercado 11 aeronaves comerciais e 11 executivas. Empresa teve prejuízo líquido de R$ 160,8 milhões no período.
Empresa aérea do país árabe recebeu o jato E175 nesta quinta-feira. Outra entrega está prevista para o segundo trimestre.
Previsão é da fabricante europeia de aviões Airbus, que prevê também demanda por 2.720 novas aeronaves na região.
Fabricante brasileira de aeronaves teve prejuízo líquido de R$ 467 milhões no segundo trimestre deste ano.
Essa era a carteira de pedidos da fabricante brasileira de aviões no final do mês de junho.

