Repasse é parte de montante de US$ 1,2 bilhão que será liberado em parcelas e que deverá ajudar o país com os compromissos de médio prazo.
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Com base nas notícias da região, o ANBA Cast apresenta alguns dos projetos e investimentos que estão sendo feito no setor de construção em dois países do Golfo.
Dinheiro será utilizado para financiamento de curto prazo, ampliação da presença do setor privado na economia e implantação de trajetória de crescimento sustentável, entre outras finalidades.
Segundo análise do FMI, expansão se deve a atividades como produção de energia e construção e está relacionada à paz alcançada na Etiópia em 2022. País não está livre de ameaças externas.
Três acordos de intenções foram celebrados em viagem do vice-presidente, Geraldo Alckmin, à Arábia Saudita. Delegação conta com ministros e representantes do alto escalão do governo e empresas.
Após visita ao país e reunião com autoridades locais, Fundo Monetário Internacional afirma que economia deverá registrar queda de 1,4% neste ano.
Em avaliação sobre a economia do país árabe, Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma que o Marrocos está no caminho do crescimento, mas precisa combater desafios como escassez de água e melhorar a governança.
Mais recente relatório sobre perspectivas globais divulgado pelo Fundo Monetário Internacional afirma que inflação está em queda, mas ainda é desafio. Para o Brasil, estimativa é de alta de 2,2%.
Todos os setores da economia cresceram em 2023, com destaque para a agropecuária, que registrou expansão de 15,1% sobre 2022.
Estimativa é para o PIB neste ano em revisão do relatório World Economic Outlook, que também projeta crescimento de 1,7% para o Brasil.
Perspectiva para expansão do PIB está no documento “Perspectiva e situação da economia mundial 2024”, que prevê também desafios para o crescimento da África, de forma geral.
Última parcela de acordo celebrado em 2018 é transferida para Amã em financiamento que tem o objetivo de ajudar a fortalecer a economia jordaniana.
Projeções do Fundo Monetário Internacional estimam também saldo negativo maior em 2024 em razão da desaceleração da atividade econômica e aumento de gastos públicos.
De acordo com o Fundo, país do Norte da África deverá encerrar o ano com inflação de 9,2% pressionada, sobretudo, pelo preço dos alimentos.

