O Conselho das Exportações Agrícolas do Egito (AEC) promove nesta quarta-feira (10) o seminário ‘Como Exportar ao Brasil’. O secretário-geral da Câmara Árabe e o adido agrícola do Brasil no Cairo participam.
Egito
No primeiro mês do ano, a receita da exportação do Brasil aos árabes também aumentou, desta vez em 7,4% frente janeiro de 2020.
A Wadi El Zaytoon já exportava azeitonas ao mercado brasileiro e em janeiro os primeiros contêineres de laranjas, limões e tangerinas foram desembarcados. A expectativa é de exportarem 100 contêineres até junho.
Laranjas do Egito tiveram o mercado brasileiro aberto em maio do ano passado e as importações estão ocorrendo, trazendo mais alternativas aos consumidores locais.
Instituição fez parceria com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e disponibiliza o documento em São Paulo e em Itajaí desde o início de fevereiro. Ele serve para que o produto tenha isenção ou redução de tarifas na exportação a países com os quais o Brasil tem acordos de livre comércio.
Se desde que a pandemia começou quem garantiu algum fluxo de viagens de brasileiros ao exterior foram os executivos e o público jovem, agora com a perspectiva de vacinação os turistas mais velhos começam a buscar pacotes e bilhetes aéreos.
Em evento virtual promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, José Roberto Pellini contou sobre o trabalho do Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape) nas tumbas tebanas de Luxor.
Em videoconferência nesta terça-feira (02), os ministros das Relações Exteriores do Brasil e do Egito falaram sobre o acordo Mercosul-Egito, sobre formas de incentivo da cooperação pública e privada entre os países, entre outros assuntos.
Levantamento feito pela Inteligência de Mercado da Câmara Árabe mostra que entre os motivos da alta está o aumento do preço da commodity nos próximos anos. As nações árabes com potencial para comprar mais são Bahrein, Iraque, Jordânia, Líbano, Palestina e Sudão.
O empresário Mohammed Darwich comercializa lustres de cristais da marca egípcia Asfour no mercado brasileiro. No ano passado ele expandiu os negócios com a abertura de nova loja e início das vendas de presentes corporativos personalizados em cristais.
Rodadas de negócio promovidas pela Abimo e a Apex-Brasil vão até dia 05 de fevereiro e contarão com empresas nacionais e compradores da Argélia, Marrocos, Egito, entre outros.
No campo, países árabes demandam diferentes máquinas para trabalhar culturas que vão de frutas até batata. Para falar sobre a exportação brasileira de maquinário agrícola aos árabes, o ANBA Cast recebe Marco Aurélio Cardoso, da Jacto.
As importações do país árabe também caíram 12% no ano passado, segundo informações do Ministério do Comércio e Indústria.
Bloco árabe importou 19,2% a mais do produto brasileiro em 2020, frente a 2019. Maiores destaques estão no Norte da África. A Argélia, sozinha, comprou 310% mais café do Brasil no último ano.

