A Wadi El Zaytoon já exportava azeitonas ao mercado brasileiro e em janeiro os primeiros contêineres de laranjas, limões e tangerinas foram desembarcados. A expectativa é de exportarem 100 contêineres até junho.
Egito
Laranjas do Egito tiveram o mercado brasileiro aberto em maio do ano passado e as importações estão ocorrendo, trazendo mais alternativas aos consumidores locais.
Instituição fez parceria com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e disponibiliza o documento em São Paulo e em Itajaí desde o início de fevereiro. Ele serve para que o produto tenha isenção ou redução de tarifas na exportação a países com os quais o Brasil tem acordos de livre comércio.
Se desde que a pandemia começou quem garantiu algum fluxo de viagens de brasileiros ao exterior foram os executivos e o público jovem, agora com a perspectiva de vacinação os turistas mais velhos começam a buscar pacotes e bilhetes aéreos.
Em evento virtual promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, José Roberto Pellini contou sobre o trabalho do Programa Arqueológico Brasileiro no Egito (Bape) nas tumbas tebanas de Luxor.
Em videoconferência nesta terça-feira (02), os ministros das Relações Exteriores do Brasil e do Egito falaram sobre o acordo Mercosul-Egito, sobre formas de incentivo da cooperação pública e privada entre os países, entre outros assuntos.
Levantamento feito pela Inteligência de Mercado da Câmara Árabe mostra que entre os motivos da alta está o aumento do preço da commodity nos próximos anos. As nações árabes com potencial para comprar mais são Bahrein, Iraque, Jordânia, Líbano, Palestina e Sudão.
O empresário Mohammed Darwich comercializa lustres de cristais da marca egípcia Asfour no mercado brasileiro. No ano passado ele expandiu os negócios com a abertura de nova loja e início das vendas de presentes corporativos personalizados em cristais.
Rodadas de negócio promovidas pela Abimo e a Apex-Brasil vão até dia 05 de fevereiro e contarão com empresas nacionais e compradores da Argélia, Marrocos, Egito, entre outros.
No campo, países árabes demandam diferentes máquinas para trabalhar culturas que vão de frutas até batata. Para falar sobre a exportação brasileira de maquinário agrícola aos árabes, o ANBA Cast recebe Marco Aurélio Cardoso, da Jacto.
As importações do país árabe também caíram 12% no ano passado, segundo informações do Ministério do Comércio e Indústria.
Bloco árabe importou 19,2% a mais do produto brasileiro em 2020, frente a 2019. Maiores destaques estão no Norte da África. A Argélia, sozinha, comprou 310% mais café do Brasil no último ano.
Ásia é principal destino, puxada pela China. África teve alta, com destaque para aumento de 15% nas compras egípcias, frente a 2019. Outros dois países árabes que elevaram suas importações foram Jordânia, em 18,9%, e Iêmen, em 6,1%.
O ANBA Cast aponta as crescentes oportunidades no setor de Casa & Construção nos países árabes. Quem conta detalhes é Marcus Vinícius, coordenador de Gerenciamento de Informações na Inteligência de Mercado da Câmara Árabe.

