Egito, Arábia Saudita e Emirados, principais países árabes compradores do produto, apresentaram queda na importação. Nas exportações totais, o Brasil teve recorde, ultrapassando 2 milhões de toneladas em 2020.
Egito
Pandemia de coronavírus impactou tanto a receita quanto o número de turistas que chegaram ao país do Norte da África em 2020. Ministérios do Turismo e de Desenvolvimento Econômico do Egito traçam plano para impulsionar setor.
Primeiro-ministro informou que houve aumento notável de casos de coronavírus no país nos últimos dias. Para conter a crescimento, governo proibiu celebrações de réveillon.
A projeção da Abiec é que embarques fechem o ano em 2,02 milhões de toneladas e receitas fiquem acima dos US$ 8 bilhões pela primeira vez na série histórica. Entre os principais destinos estão os países árabes Egito, Arábia Saudita e Emirados Árabes.
Veja como Egito, Emirados, Arábia Saudita e outros países árabes estão atuando em relação à vacinação no combate ao coronavírus.
Emirados e Arábia Saudita investem em startups de games e inovação, enquanto países como Líbano, Jordânia, Sudão e Argélia têm oportunidades para empresas de tecnologia agrícola.
Quedas nos embarques de frango brasileiro foram puxadas pela estratégia de produção local da Arábia Saudita e pela queda no turismo em Dubai, nos Emirados Árabes, e do turismo religioso, como a peregrinação a Meca.
O montante embarcado pelo Brasil no acumulado do ano até novembro foi de 1,8 milhão de toneladas. A China aumentou suas compras, enquanto o Egito, que está na segunda posição no ranking de países importadores do produto brasileiro, teve queda.
Anúncio foi feito durante reunião do comitê diretivo do Fundo Fiduciário das Nações Unidas para a Paz e o Desenvolvimento (UNPDF), no Cairo, na quarta-feira (04). Principais setores são desenvolvimento econômico, justiça social, sustentabilidade ambiental e empoderamento das mulheres.
A trading é especializada em importação e exportação de commodities, mármores, granitos, minérios, pedras preciosas, entre outros, e já atua com países árabes como Egito, Marrocos, Catar, Emirados e Arábia Saudita.
Nova estimativa é de aumento de 3,5%. Em abril, expectativa era de crescimento de 2%. O desempenho, entretanto, segue sendo afetado pela pandemia, que gerou desemprego em áreas como varejo e venda, manufatura, turismo, transporte e construção.
Companhias brasileiras e árabes estão participando da área de exposição do Fórum Econômico Brasil & Países Árabes. Para empresas como a egípcia Expolink, está é primeira experiência em expor em espaço digital. “Estamos muito felizes e acreditamos que iremos repetir essa experiência”, disse a diretora de marketing da marca.
Ajudar a recuperar pequenas empresas do impacto da pandemia é um dos desafios destas instituições, segundo debate que finalizou o primeiro dia do Fórum Econômico Brasil & Países Árabes.
Anúncio foi feito durante o Fórum Econômico Brasil & Países Árabes, que vai até quinta-feira (22). Também foi assinado um acordo de cooperação com a União das Câmaras de Comércio da África.

