FMI divulgou perspectivas econômicas para Oriente Médio, Norte da África, Afeganistão e Paquistão. Organismo pede reformas pelo crescimento para que seja possível gerar empregos em ambiente de volatilidade do preço do petróleo, baixo crescimento e tensões geopolíticas e comerciais.
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Recuperação das cotações internacionais da commodity no ano passado fortaleceram confiança no país, mas ainda há desafios, principalmente a consolidação fiscal, segundo relatório do FMI.
Em meio a riscos, o crescimento mundial vem enfraquecendo, diz a conselheira econômica e diretora do Departamento de Estudos do Fundo Monetário Internacional, Gita Gopinath.
Diretora-gerente do FMI disse que o país precisa de auxílio financeiro mais do que nunca para poder lidar com um grande número de refugiados e ao mesmo tempo fazer ajuste fiscal.
País tem acordo com o Fundo para financiamento de um programa de reformas no valor de US$ 160 milhões.
Sai de vigor no dia 4 de dezembro permissão para que estrangeiros retirem em dólares seus investimentos em títulos públicos e bolsas no país árabe. Ação deve dar mais volatilidade à libra egípcia.
FMI pede que países do Oriente Médio e Ásia Central se apressem em reduzir dívidas diante de um cenário de condições financeiras globais mais apertadas.
Na quarta revisão do programa de reformas econômicas, concluída nesta quarta-feira, a equipe do Fundo Monetário Internacional que visitou o país árabe recomendou a liberação de nova parcela do empréstimo acordado de US$ 12 bilhões.
Fundo avalia que a economia do País vai avançar 1,4% este ano. Projeção foi reduzida em 0,4 ponto percentual em relação a relatório de julho.
Christine Lagarde, diretora-gerente do Fundo, afirmou que o país é um dos que mais crescem no Oriente Médio.
Pesrpectiva do Fundo é que a economia do país irá acelerar em 2018 e em 2019, após uma retração em 2017.
Afirmação foi feita pela diretora do FMI, Christine Lagarde, em apelo a líderes do G20 para que cooperem por um crescimento mais igual.
País recebeu US$ 431 milhões no primeiro semestre deste ano. Setor de energia foi o que mais atraiu recursos, seguido da indústria.
Projeção para o avanço da economia brasileira em 2018 caiu de 2,3% para 1,8%, segundo relatório da instituição financeira internacional.

