A professora doutora Muna Omran é carioca, filha de árabes e de família muçulmana. Cofundadora de grupo de estudos sobre o Oriente Médio, ela encarou como missão desmistificar no Brasil os estereótipos sobre os países árabes, o Islã e as mulheres árabes e muçulmanas.
islã
O próximo curso organizado pela Revista Diáspora e escola carioca Integra Educação Avançada começa no dia 22 de fevereiro. Inscrições estão abertas.
Nesta segunda-feira (01), mulheres muçulmanas e não muçulmanas estão postando fotos com véu nas redes sociais em suporte a quem usa o lenço. É o Dia Mundial do Hijab, que tem divulgação no Brasil por grupo da USP.
Na comunidade árabe brasileira, as pessoas de religião muçulmana são as que mais dominam o idioma: 82%. O percentual é bem menor entre católicos e evangélicos.
Integra Educação Avançada e Revista Diáspora unem esforços em forma de parceria para ampliar as atividades de divulgação científica sobre o Oriente Médio e o Norte da África por meio de cursos, webinars, exposições e debates.
Moradora de São Paulo, Ana Laura Deleon é uruguaia e lançou em agosto seu site Estudios Arabes e Islamicos. O objetivo da pesquisadora é levar informações sobre os países árabes aos falantes da língua espanhola.
Governo informou que a partir de 4 de outubro liberará a retomada da peregrinação muçulmana, com ocupação de 30% da Grande Mesquita. Em 1º de novembro, estrangeiros também poderão fazer a Umrah.
As características dos muçulmanos como consumidores foram tema abordado pelo presidente da Câmara Árabe em curso promovido pela Fambras e CNA. Orlando Leite Ribeiro, do Ministério da Agricultura, falou sobre a exportação brasileira aos mercados islâmicos.
Governo saudita abriu inscrições para residentes estrangeiros participarem da peregrinação religiosa, que ocorrerá no final de julho. Entre os sauditas, serão selecionados para fazer o Hajj profissionais médicos e seguranças recuperados do coronavírus.
A peregrinação à Meca costuma reunir mais de 2 milhões de peregrinos ao ano. Entre 28 de julho a 02 de agosto, o Hajj deste ano terá número limitado de fiéis e está restrito apenas a muçulmanos residentes no país, como medida de prevenção ao contágio da covid-19.
Governo saudita permitirá a reabertura para a reza semanal da sexta e as demais orações a partir do dia 31 de maio, mas com uma série de regras, como o distanciamento de dois metros entre as pessoas e uso de tapetes trazidos de casa.
No Brasil e no mundo, o mês do jejum do calendário islâmico este ano será diferente. De 23 de abril a 23 de maio, orações e refeições serão feitas em casa. Veja como vai ser a programação no Brasil.
Jantar de confraternização realizado na noite de quinta-feira, em São Paulo, contou também com diplomatas de países árabes.
Número de fiéis muçulmanos na grande peregrinação anual a Meca, na Arábia Saudita, cresceu 5% em relação a 2018.

