Sultan Ahmed Al Jaber, ministro dos Emirados e CEO da Adnoc, falou sobre os impactos da interrupção do Estreito de Ormuz na economia global. Pelo local é transportado percentual importante de insumos essenciais ao mundo.
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Ataques a Emirados Árabes Unidos e Bahrein elevam preço da commodity. Petróleo sobe com mais ameaças ao Estreito de Ormuz enquanto unidade de dessalinização de água no Kuwait também é alvo de retaliações.
Objetivo de medidas anunciadas pelo governo é conter o aumento do custo com energia, que subiu de US$ 560 milhões para US$ 1,65 bilhão desde o início do conflito no Oriente Médio.
Preço do petróleo recuou e bolsas subiram com presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciando que seu país não irá atacar infraestrutura de energia do Irã nos próximos cinco dias.
Ataques a instalações que produzem petróleo e gás natural levaram ao aumento das cotações. Agência da ONU pede corredor seguro para navegação no Estreito de Ormuz.
Os preços do petróleo subiram expressivamente nesta segunda-feira (9) em função do conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irã. Desde o início dos ataques, o preço do barril de WTI aumentou 70%, o que nunca havia sido registrado em um período tão curto.
O ministro para Assuntos de Energia do Catar, Saad bin Sherida Al Kaabi, falou que o conflito forçará os estados do Golfo a pararem com a produção e o fornecimento de energia em poucos dias.
Organização dos Países Exportadores de Petróleo tomou decisão após interrupção das exportações pelo Estreito de Ormuz, rota de navios petroleiros, por causa do conflito no Oriente Médio.
Gigante de energia dos Estados Unidos assinou acordo com o governo iraquiano para administrar e desenvolver vários campos de petróleo.
Empresa criada pelo país árabe para exploração e produção de petróleo fora do Kuwait, a Kuwait Foreign Petroleum Exploration Company comprou da Shell participação de 20% em projeto de pré-sal no Brasil.
Até novembro deste ano, exportações brasileiras ao país árabe registram alta de 1,3%. Importações estão 9,2% maiores do que no mesmo período.
Estimativa do FMI aponta que PIB do país árabe avançará 4,8% neste ano, acima da média prevista para o mundo. Resiliência diante de incerteza global e diversificação são pontos fortes da economia.
Estudo elaborado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira mostra que países do Norte da África e do Oriente Médio podem ser o destino de produtos afetados pelo aumento de taxas imposto pelos norte-americanos.
Análise do FMI indica retração do PIB petrolífero, mas consumo interno e projetos do governo manterão crescimento de outros setores e do país.

