Extração de óleo ficou em 2,5 milhões de barris por dia no mês, uma redução de 6,4% sobre maio e de 1,3% em comparação com junho de 2018.
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Avanço foi impulsionado por setores não petrolíferos, como as áreas de serviços, indústria, obras públicas e agricultura.
Conselho Executivo divulgou relatório sobre o país árabe e prevê que o crescimento do PIB não petrolífero será de 5,4% em 2019.
Organização estima que o volume vai crescer em 1,14 milhão de barris por dia em comparação com a média de 2019.
Foram produzidos 2,73 milhões de barris por dia em maio, acima do recorde anterior, de dezembro de 2016.
Petrolífera estatal saudita divulga pela primeira vez publicamente seu relatório financeiro e fará audiência inédita para apresentação de resultados em agosto.
Zona industrial voltada ao setor no emirado teve anúncio de instalação de uma refinaria e abertura de uma represetação da Aramco Trading.
Foram produzidos 3,314 milhões de barris diários de óleo equivalente, um aumento de 1,7% sobre março e de 0,3% em relação a abril de 2018.
Petrobrás extrai hoje quase 2 milhões de barris de óleo equivalente por dia nos poços da região, em águas ultra profundas.
Receita registrada foi de R$ 139 bilhões. Royalties do petróleo foram os principais responsáveis pelo aumento.
Recuperação das cotações internacionais da commodity no ano passado fortaleceram confiança no país, mas ainda há desafios, principalmente a consolidação fiscal, segundo relatório do FMI.
Rodada está prevista para ocorrer em outubro. Serão oferecidos 36 blocos exploratórios em diferentes regiões do Brasil.
Brasil produziu em média 2,6 milhões de barris por dia no primeiro mês de 2019.
Petrobras iniciou nesta quarta-feira (20) produção de petróleo e gás na plataforma P-76, na Bacia de Campos.

