Delegados do Bureau Internacional de Exposições foram recebidos por representantes da capital paulista, como o prefeito, o vice-presidente da República e o ministro do Turismo.
Marwan Abdelhamid assumiu esta semana a presidência da Federação Mundial das Organizações de Engenharia (WFEO). Órgão representa mais de 20 milhões de profissionais em 93 países.
Ministro das Relações Exteriores e Cooperação do Marrocos, empresas e associações setoriais do Brasil discutem formas de ampliar as relações comerciais entre os países. Turismo entre as duas nações deverá crescer.
A atual cotação da moeda norte-americana não deverá prejudicar as vendas do País no mercado internacional, disse o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.
A cidade ultrapassou Paraupebas, no Pará, em receita de exportação no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Paulistanos faturaram US$ 6,13 bilhões com comércio exterior e venderam principalmente soja.
Governo planeja revisar condições da participação do capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras, atualmente restrita a 20% das ações das empresas.
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Marcelo Sallum, presidente da Câmara Árabe, vai apresentar a conferência “Uma nova visão do mundo árabe”, dia 21, em São Paulo. Evento abordará importantes projetos econômicos da região nas últimas décadas.
Segundo dados do IBGE, foram 1,4 bilhão de animais abatidos no segundo trimestre deste ano. O volume é recorde na série histórica da pesquisa do organismo.
Titular das Relações Exteriores e Cooperação do país árabe se reuniu com vice-presidente do Brasil e discutiu ampliação das relações comerciais. Com chanceler brasileiro, ele tratou de temas multilaterais e acordos.
O investimento será feito pela empresa de logística controlada pela companhia, a VLI, e incluirá modernização de ferrovias, compra de novos vagões de locomotivas.
Empresas nacionais de confeitaria participam da Sweets & Snacks Middle East, de 17 a 19 de novembro. Países árabes estão entre os mercados-alvo do setor.
Banco Central dos Estados Unidos decide que continuará a comprar US$ 85 bilhões em títulos todos os meses para estimular o crescimento da economia.
A saída de dólares segue superando as entradas no Brasil. Em setembro até o dia 13 o saldo está negativo em US$ 2,9 bilhões, segundo o Banco Central.

