Acordo para construção de ferrovia nos Emirados Árabes, investimentos em infraestrutura e educação, parceria com universidades européias e mais importações do Brasil. É o outro lado da primavera árabe
Encontro que será realizado na Câmara Árabe mostrará como as empresas podem acessar o mercado e aproveitar as principais oportunidades de negócios na região. Inscrições já estão abertas.
Os países árabes que forneceram cimento para o Brasil nos primeiros nove meses do ano foram Emirados, Egito, Argélia e Tunísia. Os Emirados foram o maior vendedor
País vai ocupar vaga não permanente por dois anos a partir de 1º de janeiro de 2012.
O mercado brasileiro importou 247 mil toneladas de cimento do mundo árabe até setembro. Houve crescimento de 12 vezes, mas o volume representa só 0,5% do consumo nacional.
Dinheiro será utilizado para desenvolver novos produtos e ampliar participação no mercado.
A marca brasileira de calçados levou sua campanha de marketing de primavera-verão 2012 para 15 nações, entre elas a Arábia Saudita. As peças foram adaptadas ao país.
Ideias inovadoras levaram uma brasileira e uma jordaniana à final do Prêmio Empretec Mulheres nos Negócios, concedido pela Unctad. Ganhadora será conhecida no Catar, em abril de 2012.
Governos e lideranças oferecem apoio à criação de um novo regime político na Líbia, após a morte de Muammar Kadafi. Declarações pregam superação de diferenças e unidade nacional.
Fundo Monetário Internacional prevê que PIB dos países da África subsaariana irá avançar 5,25% neste ano, acima da média global de 4%.
A confiança do empresário industrial voltou a cair em outubro, com recuo de 1,8 pontos ante setembro e 8,2 pontos sobre outubro de 2010, segundo pesquisa da CNI.
Seminário sobre o tema será realizado na Câmara Árabe na próxima quarta-feira (26). Advogados especializados irão explicar características de contratos nos países árabes.
Lideranças internacionais regiram à morte de Kadafi com mensagens de apoio a um processo democrático no país árabe, que passa por oito meses de conflito.
A cooperativa gaúcha, que tem sede em Cruz Alta, já enviou mil toneladas do produto para o país árabe e vem prospectando novos mercados na região.

