Uma organização não-governamental chamada Artest trabalha para levar o artesanato paranaense ao exterior. As peças já chegaram a 30 países e entre os clientes estão sete nações árabes.

No estado do Acre, o triguilho é substituído por macaxeira ou arroz na preparação do quibe. O quitute é chamado de ‘quebe’ e faz sucesso na região, que tem forte imigração árabe.

O país, que é tradicional destino de visitantes em busca de história e lazer, avança também na organização de grandes conferências. Há, porém, deficiência de infraestrutura e poucas empresas do ramo.

As exportações do Brasil aos países da Liga Árabe aumentaram 25,6% em janeiro sobre o mesmo mês de 2009, depois de alguns meses de queda no final do ano passado. A tendência para 2010 é de alta.