Esse é o número de companhias do Brasil registradas como fornecedoras no Ministério da Indústria e Comércio do país. Segundo o vice-ministro, Ali Ahmed Al-Siaghi, os negócios podem crescer. Ele destacou também as oportunidades de investimentos existentes.

A notícia publicada pela ANBA, na última quarta-feira, sobre o interesse da rede de varejo saudita Panda em ampliar a importação de alimentos, foi recebida como uma oportunidade pela empresa brasileira Daros. A exportadora de frutas frescas já abastece diversos países da Europa e garante estar preparada para atender novos clientes.

Produtor de petróleo, o país compra no exterior desde alimentos até matérias-primas e bens acabados. As taxas de importação são baixas, ao redor de 5%. A economia local e as possibilidades de parcerias com o Brasil foi tema de um encontro ontem, no país árabe, entre o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, e o presidente do Conselho da Federação das Câmaras de Comércio e Indústria do Iêmen, Mohammed Abdo Saeed.

Desde que a companhia aérea colocou em operação a linha direta São Paulo-Dubai, em outubro do ano passado, muitos brasileiros famosos, principalmente do esporte, já utilizaram os seus serviços. Entre eles estão os jogadores do Milan, Kaká, Digão, Dida, Cafu, Emerson, Ronaldo e Serginho, e o nadador Gustavo Borges.

O governo de Abu Dhabi está buscando empresas parceiras para atuar na administração de partes do seu aeroporto, como terminal de cargas, de passageiros, lojas duty free e estacionamentos. O grupo financeiro Credit Suisse Group foi contratado para auxiliar no processo de escolha.

A empresa brasileira ficou em primeiro lugar em um ranking elaborado pela consultoria espanhola Management & Excellence. Ela foi considerada referência mundial em ética e sustentabilidade, considerando 387 indicadores internacionais. No ano passado, a brasileira ficou classificada em segundo lugar na pesquisa.

Representantes do Ministério da Agricultura que participaram de uma missão da área de alimentação ao Golfo Arábico, concluída esta semana, se surpreenderam com a demanda local por produtos agropecuários. Eles tiveram encontros com lideranças dos Emirados Árabes e Arábia Saudita, muitos dos quais desconheciam o potencial do Brasil na área agrícola.

Da redação* São Paulo – A empresa de investimentos imobiliários Deeyar, do Catar, lançou um projeto turístico no sul da cidade de Latakia, na Síria, com custo total de US$ 350 milhões. A agência de noticias síria Sana informou que o projeto, denominado de Ibn Hani, será o primeiro de vários   que a empresa catariana pretende

Da redação* São Paulo – A Agência Geral de Commodities do Egito anunciou nesta quinta-feira (28) que está avaliando possíveis mudanças nas regras de importação de trigo. O objetivo é incluir mais países exportadores do produto, principalmente da Europa. A informação foi publicada no site da Al-Jazeera. Segundo informou o vice-presidente da agência, Saied Al-Hafani, o órgão procura condições

O Aeroporto de Dubai criou, no terminal de cargas, o Flower Center, armazém gigante para produtos perecíveis. Ali chegam flores de várias partes do mundo que são vendidas na região. Representantes da Câmara Árabe e do Ministério da Agricultura estiveram no local ontem e conversaram sobre exportação de flores brasileiras. 

O país árabe encaminhou à secretaria do Mercosul, no final do ano passado, pedido para fazer acordo-quadro com o bloco sul-americano. Com outro país árabe, o Marrocos, o Mercosul vai começar as negociações por um tratado no mês de abril, durante encontro em Rabat.

Para facilitar a inserção de produtos brasileiros no mercado do Golfo Arábico, a WS Marketing Consultancy, empresa de consultoria do Bahrein, procura companhias interessadas em ter seus produtos expostos e representados no país árabe. A consultoria é de propriedade de brasileiros.

Kuwait News Agency* São Paulo – Os kuwaitianos são um dos povos que mais gasta com turismo no mundo, de acordo com informações do ex-presidente da Federação de Turismo e Viagens do Kuwait, Bader Al-Munaifi. A média anual dos gastos com essa atividade no país chega a US$ 3,5 bilhões. O executivo kuwaitiano, que ocupa atualmente