Agência Brasil Brasília – Qual é o maior rio do mundo? Será o Nilo, na África, ou o Amazonas, no Brasil? Em busca da resposta, a expedição científica À Nascente do Rio Amazonas partiu nesse domingo em direção ao Peru, para medir a extensão do rio. Durante os dez dias da expedição, os pesquisadores e
Da redação São Paulo – A Perdigão, indústria brasileira de carnes e derivados, chegou a um acordo com a holding holandesa Cebeco Groep BV para a compra da sua subsidiária, Plusfood Groep BV. A compra ainda depende de alguns procedimentos, como auditorias e consulta aos conselhos de trabalhadores e sindicatos competentes. A informação é da assessoria de comunicação
Nahid Chicani, que também é diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, vai receber o Título de Cidadão Paulistano do Legislativo da capital paulista. Além de executivo e empresário, Chicani já esteve à frente de diversas iniciativas na área social.
As roupas da Madame Surtô, criadas pela estilista Thaís Asfora, chamam a atenção pela criatividade e pelo toque artesanal. No Brasil, a marca já é sucesso. Com apenas dois anos de existência, tem peças compondo o figurino do elenco da novela Paraíso Tropical, da Rede Globo. Agora a grife quer investir no mercado externo.
Cerca de 60 empresas brasileiras participaram de rodadas de negócios com 16 empresários sauditas ontem na Câmara Árabe. A Vitrolar vendeu 98 portas para a importadora saudita Bo Saad Group Trading. Já o empresário saudita Khaled A Al-Hamdan quer abrir um escritório no Brasil.
A Fundação Mohammed Bin Rachid Al Maktoum vai investir em educação e pesquisa no mundo árabe. A iniciativa foi anunciada pelo próprio Maktoum durante reunião do Fórum Econômico Mundial, na Jordânia, durante o final de semana. A necessidade de investimento nos jovens foi uma das principais conclusões do encontro.
Algérie Presse Service* Argel – O Canadá terá forte participação na 40ª edição da Feira Internacional de Argel, que vai do dia 2 ao dia 7 de junho. Um total de 40 empresas de diversos setores vai participar da feira no país norte-africano, segundo informou neste domingo o embaixador do Canadá em Argel, Robert Peck.
Obras ampliam e modernizam o armazém frigorificado, aumentando em 170% a capacidade de armazenagem, que passa de 3,1 mil toneladas para 8,5 mil toneladas.
A afirmação foi feita pelo chefe da delegação saudita que está no Brasil. O empresário Ahmed Suliman Al-Romaih falou hoje em seminário na Câmara Árabe. Segundo ele, o comércio entre as duas regiões pode crescer e chegar a este valor em quatro anos. A corrente comercial do Brasil e Arábia Saudita é de US$ 3,1 bilhões.
Da Agência Brasil Brasília – As exportações brasileiras somaram US$ 3,33 bilhões na terceira semana de maio, o mesmo patamar da semana anterior. Enquanto isso, as compras de produtos estrangeiros atingiram US$ 2,02 bilhões, com queda de 17,89% em relação à segunda semana do mês. Essa redução possibilitou saldo comercial (exportações menos importações) de US$
O acordo foi anunciado hoje pela estatal saudita Sabic e pela norte-americana GE e deverá ser consolidado no tereceiro trimestre, após a aprovação das autoridades reguladoras.
Agência Brasil Rio de Janeiro – A produção de biocombustível a partir da celulose pode ser alcançada antes do que estimam os especialistas. A Embrapa Agroindústria de Alimentos, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sediada no estado do Rio de Janeiro, está desenvolvendo estudos para a produção do etanol a partir de enzimas
Paralelamente à reunião de ministros árabes e sul-americanos, que vai ocorrer esta semana no Marrocos, o ex-presidente da Câmara Árabe, Paulo Atallah, fará um palestra e vai apresentar propostas de atuação conjunta da América do Sul para ampliar os negócios com o Oriente Médio e Norte da África. A delegação do Brasil será chefiada pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge.
Os países árabes vão importar US$ 632 bilhões em mercadorias e serviços neste ano, de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional. O valor vai significa acréscimo de 22,4% sobre 2006. O petróleo é ainda o maior motor destas compras, voltadas principalmente para melhoria da infra-estrutura e qualidade de vida local.

