Congresso Nacional aprovou na noite de quarta-feira orçamento do ano que vem, com previsão de gastos de R$ 3,5 trilhões. Fundo especial para campanhas eleitorais vai consumir R$ 1,7 bilhão.
Consumo local é abastecido principalmente por produção estrangeira, cujos envios ao País somaram 52,7 mil toneladas de janeiro a outubro. Árabes têm menos de 1% de participação.
Aumento ocorreu de 2010 a 2015. População de estrangeiros chegou a 713 mil pessoas, segundo a ONU.
Para o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, Nelson Carvalhaes, País ‘trabalha bem’ a região e há um aumento do consumo no mundo como um todo.
País continua a ser o maior mercado do Brasil, mas aumento do imposto sobre o produto fez volume embarcado recuar 20%. Associação do setor espera retomada em 2018.
As vendas de motocicletas brasileiras ao exterior somaram 7,6 mil unidades em novembro deste ano, com forte aumento sobre o mesmo mês de 2016.
A jornalista brasileira Patrícia Campos Mello lançou o livro ‘Lua de Mel em Kobane’, no qual conta a história do conflito sírio por meio de um casal de refugiados que retorna ao país.
Volume de comercialização caiu 0,9% de setembro para outubro, segundo pesquisa do IBGE.
Parque de conservação ambiental Dubai Safari teve pré-inauguração para convidados nesta terça-feira e será aberto ao público em janeiro.
Brasil embarcou o equivalente a US$ 209 milhões à região de janeiro a novembro.
Feira da indústria alimentícia começou nesta terça-feira, em Abu Dhabi. Organização espera receber 24 mil visitantes nos três dias da mostra.
Governo do estado de São Paulo ofereceu café da manhã a representantes de 45 países nesta terça-feira (12) e mostrou a eles projetos abertos ao capital estrangeiro. Mundo árabe esteve representado.
Projeção do IBGE aponta que colheita de cereais, leguminosas e oleaginosas cairá no Brasil em 2018 para 219,5 milhões de toneladas, 22,4 milhões de toneladas a menos do que em 2017.
Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria mostra que em dez anos, o percentual de indústrias brasileiras que serão 4.0 passará dos atuais 1,6% para 21,8%.

