Houve aumento nos quatro grandes setores pesquisados e nas cinco regiões do Brasil. Principal avanço ocorreu na indústria.
Autor: Agência Brasil
Ata da última reunião do Comitê de Política Monetária indica disposição de acelerar a redução da Selic, hoje em 12,25% ao ano.
Número de visitantes no Sambódromo cresceu 167% em relação ao ano passado. Nos blocos de rua o aumento foi de 203%.
Contratos firmados na terça-feira somam US$ 2,225 bilhões e incluem participações em campos de produção de petróleo do pré-sal.
Resultado primário das contas públicas brasileiras ficou positivo em R$ 36,7 bilhões. Para o ano, porém, governo prevê déficit de R$ 143 bilhões.
Estatal projeta que 3,3 milhões de passageiros passarão pelos aeroportos que estão sob sua administração.
Moeda norte-americana encerrou esta quinta-feira vendida a R$ 3,056, com baixa de 0,46%.
Tratado negociado no âmbito da OMC foi ratificado por 110 países e passou a valer nesta quarta-feira. Expectativa é que as novas regras gerem o equivalente a US$ 1 trilhão em comércio adicional.
Aumento foi registrado em janeiro pelas empresas aéreas brasileiras. Na seara doméstica, porém, houve recuo de 1,4%, segundo a associação do setor.
Índice de evolução da produção subiu, assim como indicador de número de empregados. Pesquisa é da CNI.
Governo federal vai criar regras para atrair capital internacional para o mercado de refino de petróleo, hoje quase que todo nas mãos da Petrobras.
Endividamento interno e externo somou R$ 3,05 trilhões em janeiro, com queda sobre dezembro. Dados são do Tesouro Nacional.
Recursos que vieram do exterior para o setor produtivo do Brasil somaram US$ 11,5 bilhões no mês passado, o maior valor desde o início da pesquisa do Banco Central, em 1995.
Consumo em outros países somou US$ 1,5 bilhão em janeiro, segundo o Banco Central. No mesmo mês do ano passado, foram US$ 840 milhões.

