Retração da economia nacional levou à queda de 4,5% no consumo de derivados de petróleo no País no ano passado. Em 2015 também houve recuo, mas menor.
Autor: Agência Brasil
Índice calculado pelo Banco Central mostra que economia encolheu no ano passado. Mas indicador oficial é o PIB, calculado pelo IBGE.
Representantes da agricultura familiar brasileira participam da Biofach, maior mostra mundial de produtos orgânicos, que começou nesta quarta-feira na Alemanha.
Recuo da atividade do segmento foi de 5% sobre 2015, segundo pesquisa do IBGE.
Pequeno recuo em 2016 sobre o ano anterior ocorreu por causa da quebra na safra de milho. Informações são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Índice da Fundação Getulio Vargas e instituto alemão Ifo recuou entre outubro do ano passado e janeiro deste ano. Situação do Brasil, México e Argentina influenciou.
Quantidade de pessoas que buscaram financiamentos em janeiro recuou 1,7% sobre dezembro.
Mercado financeiro piorou projeção para economia brasileira em 2017. Estimativa da semana passada era de avanço de 0,49%. Nesta semana passou a 0,48%.
No ano passado foram fechadas mais de 100 mil lojas no Brasil, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
A agência Standard & Poor’s manteve o País dois níveis abaixo do grau de investimento, onde está enquadrado desde fevereiro do ano passado.
Taxa incidente sobre operações de empréstimo tiveram segunda queda consecutivo em janeiro, segundo pesquisa da Anefac.
Colheita 2016/2017 deve crescer em 32,5 milhões de toneladas sobre a anterior, chegando ao recorde de 219 milhões de toneladas, segundo a Conab.
Entraram mais dólares do que saíram no Brasil no mês passado, segundo o Banco Central.
Índice é o maior baixo desde 2010 entre grandes companhias, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria. Entre as que planejavam fazer investimentos, 10% cancelaram planos.

