Índice medido pela Confederação Nacional do Comércio ficou estável este mês em comparação com o passado, mas caiu 21% sobre julho de 2015.
Autor: Agência Brasil
Recuo ocorreu em maio deste ano sobre mesmo mês do ano passado e foi pior resultado para o período desde início da série histórica da pesquisa, em 2012.
Documento divulgado pelo Ministério do Turismo mostra que diminuiu número de municípios com atividades turísticas no País. No último levantamento, em 2013, eles eram 3.345.
Instituições financeiras esperam que a economia brasileira encolha 3,30% em 2016. Estimativa da semana passada era de recuo de 3,35%, segundo pesquisa do Banco Central.
Companhia produziu 2,9 milhões de barris de óleo equivalente em junho. Recorde anterior era de agosto do ano passado.
IPCA ficou em 0,35% no mês passado, contra 0,78% em maio. Com isso, o semestre fechou com alta de preços de 4,42%, abaixo dos 6,17% dos primeiros seis meses de 2015.
Confederação Nacional da Indústria mudou de 3,1% para 3,5% sua projeção de queda da economia brasileira este ano.
Colheita 2015/2016 será menor do que a anterior, segundo projeção da Conab. Desempenho das lavouras de soja e milho pesará na queda. IBGE também prevê recuo.
Faturamento real do setor recuou 3,% sobre abril e 12,2% nos cinco primeiros meses do ano.
Valores de produtos primários com cotações internacionais ficaram estáveis em junho sobre maio, segundo Índice de Commodities Brasil.
EPE inscreveu 1.192 projetos eólicos e fotovoltaicos para leilão de reserva. Empreendimentos totalizam 33.225 megawatts.
Do total em crédito agropecuário para o período 2016/2017, R$ 91 bilhões irão para produtores rurais e cooperativas e R$ 10 bilhões para empresas de agronegócio.
Aumento ocorreu em relação a maio. No acumulado do primeiro semestre, porém, houve um recuo de 8,5%.
Estimativa de instituições financeiras é de que IPCA fique em 7,27% neste ano. Expectativa da semana passada era de 7,29%.

