Documento divulgado pelo Ministério do Turismo mostra que diminuiu número de municípios com atividades turísticas no País. No último levantamento, em 2013, eles eram 3.345.
Autor: Agência Brasil
Instituições financeiras esperam que a economia brasileira encolha 3,30% em 2016. Estimativa da semana passada era de recuo de 3,35%, segundo pesquisa do Banco Central.
Companhia produziu 2,9 milhões de barris de óleo equivalente em junho. Recorde anterior era de agosto do ano passado.
IPCA ficou em 0,35% no mês passado, contra 0,78% em maio. Com isso, o semestre fechou com alta de preços de 4,42%, abaixo dos 6,17% dos primeiros seis meses de 2015.
Confederação Nacional da Indústria mudou de 3,1% para 3,5% sua projeção de queda da economia brasileira este ano.
Colheita 2015/2016 será menor do que a anterior, segundo projeção da Conab. Desempenho das lavouras de soja e milho pesará na queda. IBGE também prevê recuo.
Faturamento real do setor recuou 3,% sobre abril e 12,2% nos cinco primeiros meses do ano.
Valores de produtos primários com cotações internacionais ficaram estáveis em junho sobre maio, segundo Índice de Commodities Brasil.
EPE inscreveu 1.192 projetos eólicos e fotovoltaicos para leilão de reserva. Empreendimentos totalizam 33.225 megawatts.
Do total em crédito agropecuário para o período 2016/2017, R$ 91 bilhões irão para produtores rurais e cooperativas e R$ 10 bilhões para empresas de agronegócio.
Aumento ocorreu em relação a maio. No acumulado do primeiro semestre, porém, houve um recuo de 8,5%.
Estimativa de instituições financeiras é de que IPCA fique em 7,27% neste ano. Expectativa da semana passada era de 7,29%.
Saldo positivo do comércio exterior atingiu US$ 3,9 bilhões em junho e US$ 23,6 bilhões no primeiro semestre. Foi o melhor resultado da história para o período.
Após dois meses com crescimento, desempenho da indústria fechou estável em maio. Com isso, no acumulado dos cinco primeiros meses do ano a redução é quase de 10%.

