Saldo positivo do comércio exterior atingiu US$ 3,9 bilhões em junho e US$ 23,6 bilhões no primeiro semestre. Foi o melhor resultado da história para o período.
Autor: Agência Brasil
Após dois meses com crescimento, desempenho da indústria fechou estável em maio. Com isso, no acumulado dos cinco primeiros meses do ano a redução é quase de 10%.
Conselho Monetário Nacional precisa fixar meta para inflação oficial dois anos antes. Margem de tolerância segue em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Ministro da Fazenda afirmou que confiança na recuperação do Brasil está subindo e que equipe econômica do governo está trabalhando para reverter situação atual.
Houve recuo de 2,16% em relação a abril e de 2,13% em comparação com maio do ano passado, já descontada a inflação.
Contas da União, estados e municípios juntos tiveram déficit primário em maio, segundo Banco Central. Foi maior valor registrado neste mês.
Banco Central aumentou de 6,6% para 6,9% sua projeção para este ano. A estimativa para 2017, porém, foi reduzida.
Volume de crédito disponível no Brasil deverá avançar apenas 1% este ano.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada informa que há sinais de melhora na economia brasileira, mas o caminho para a recuperação ainda será longo.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas chegou a 71,3 pontos em junho, maior patamar desde o mesmo mês de 2015.
Capital federal receberá disputas de futebol dos Jogos Olímpicos 2016 entre os dias 4 a 13 de agosto. Dinheiro será investido principalmente em segurança.
Pesquisa da Fundação Getulio Vargas se refere à previsão dos consumidores para os próximos 12 meses.
Saldo em transações correntes ficou em US$ 1,2 bilhão em maio. Foi o segundo resultado positivo em dois meses consecutivos. Balança comercial teve forte influência.
Despesas de brasileiros lá fora somaram US$ 1,113 bilhão no mês passado. Desembolsos de estrangeiros no Brasil subiram para US$ 434 milhões no mesmo período.

