Problemas humanitários que atingem Síria, Iraque, Iêmen e Sudão do Sul são os que mais inquietam a Organização Mundial de Saúde. É preciso financiamento de US$ 2,2 bilhões em ajuda.
Autor: Agência Brasil
Instituições financeiras fizeram 11º ajuste seguido nas estimativas para a economia brasileira em 2016. Expectativa da semana passada era de recuo de 3,66%.
Levantamento do instituto mostra que houve recuo na produção física no primeiro bimestre deste ano sobre o mesmo período de 2015.
Índice que leva em conta situação e expectativas econômicas de brasileiros recuou 1,1% sobre fevereiro, segundo CNI.
Atividade fraca segue reduzindo o emprego no setor, segundo pequisa da CNI.
Pela primeira vez no ano, o Banco Central do Brasil avalia que o índice de 2016 será superior ao teto de 6,5%.
Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta quarta-feira (30) que crise dos refugiados sírios exige subida exponencial na solidariedade mundial.
Recuo deve ocorrer neste ano em função do fraco desempenho do setor industrial, segundo Empresa de Pesquisa Energética.
Saldo negativo das contas da União, estados e municípios ficou em R$ 23 bilhões em fevereiro, pior resultado para o mês na série histórica.
Encolhimento da economia levou a uma queda no saldo de crédito ofertado pelos bancos a empresas e famílias.
Companhia investirá R$ 50 bilhões em cinco anos no setor elétrico brasileiro e um quinto do valor será utilizado já neste ano.
Presidente Dilma Rousseff assinou carta de ratificação do acordo de facilitação de comércio da Organização Mundial do Comércio em Brasília. Tratado visa desburocratização e eliminação de barreiras administrativas.
Setor automobilístico deve retomar crescimento a partir do quarto trimestre deste ano, segundo estimativa do presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Júnior.
Aumentou ocorreu em fevereiro sobre janeiro, segundo dados do Tesouro Nacional.

