Setor espera fabricar 33,2 milhões de toneladas neste ano contra 33,8 milhões de toneladas em 2014, segundo Instituto Aço Brasil.
Autor: Agência Brasil
Alta do dólar fez despesas de brasileiros fora do País caírem em outubro sobre o mesmo mês de 2014. Elas somaram US$ 1 bilhão. No acumulado do ano também houve retração.
Déficit das transações correntes recuou para US$ 4,1 bilhões em outubro. No mesmo mês de 2014 estava em R$ 9,3 bilhões, segundo o Banco Central.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas avançou em novembro sobre outubro.
Em setembro, eram 275 milhões de celulares ativos no País, queda de 1% ao longo do ano.
Segundo números divulgados pelo Tesouro Nacional, dívida diminuiu de R$ 2,73 bilhões em setembro para R$ 2,64 bilhões no mês passado. Foi a primeira redução no ano.
Projeção de instituições financeiras para aumento de preços no ano que vem está acima da meta estipulada pelo governo. Pesquisa é do Banco Central.
Pesquisa da Fundação Getulio Vargas mostra que confiança do setor recuou em novembro sobre outubro, de 76,2 pontos para 74,3 pontos.
Segundo levantamento do Observatório do Clima, emissões de gases de efeito estufa no Brasil ficaram estáveis no ano passado sobre o anterior.
Segundo o instituto, o crescimento da economia brasileira foi maior do que o originalmente calculado. Números mudaram em função de nova metodologia.
Pesquisa do IBGE aponta recuo em setembro sobre o mesmo mês do ano passado.
Ganhos da companhia recuaram entre janeiro e setembro e ficaram em R$ 2,1 bilhão.
Volume de comercialização do setor recuou em comparação com agosto. Pior desempenho aconteceu na venda de veículos, motos, suas partes e peças, diz IBGE.
Companhia Nacional de Abastecimento prevê avanço na colheita 2015/2016, que deve ficar entre 208,6 milhões de toneladas e 212,9 milhões de toneladas.

