Leilão de áreas inativas ocorreu nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro.
Autor: Agência Brasil
Pesquisa do Ministério da Fazenda junto a instituições financeiras aponta déficit primário de R$ 148 bilhões neste ano, acima da meta do governo, de R$ 139 bilhões.
Estado foi onde produção industrial mais se retraiu em março sobre fevereiro: 4%. A média nacional foi queda de 1,8%. Também ficaram acima desse percentual Ceará, Paraná, Minas Gerais e Pará.
Foguete que levou equipamento foi lançado na última semana da Guiana Francesa. Ele será usado para ampliar oferta de banda larga no Brasil.
Movimento de consumidores em lojas caiu 0,2% no mês passado sobre março e também sobre abril de 2016.
Foram embarcados 232 mil veículos fabricados no Brasil de janeiro a abril, um aumento de 64% sobre o mesmo período do ano passado.
Publicação do IBGE com Tesouro Nacional e Banco Central mostra que resultado operacional líquido do governo federal ficou negativo em R$ 512,2 bilhões em 2015. Em 2014 ele representou 4,9% do PIB.
Recuo ocorreu de fevereiro para março. Em comparação com março do ano passado, porém, indicador avançou 1,1%.
Projeção do IPCA foi reduzida pela oitava semana consecutiva, para 4,03% ao ano, segundo o Boletim Focus do Banco Central.
Resultado negativo foi registrado nas contas da União, estados e município no mês passado. Déficit primário atingiu R$ 11,04 bilhões contra US$ 10,6 bilhões no mesmo período de 2016.
Número de desempregados no Brasil encerrou o primeiro trimestre do ano 14,9% maior que nos três meses anteriores.
Contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central fecharam março com o maior resultado negativo para o mês desde início da série histórica da pesquisa, em 1997.
Índice que mede preços de mercadorias comercializadas pela indústria subiu levemente em março. Em fevereiro e no mesmo mês do ano passado houve deflação.
Índice ficou em 102,3 pontos em abril, bem acima do resultado de março, de 99,9 pontos.

