Fabricante brasileira de aviões vai para a mostra entre 8 e 10 de março com os modelos Legacy 500 e Legacy 650. Oriente Médio é um dos principais mercados do setor.
Autor: Da Redação
Vendas internacionais de carne de frango tiveram avanço de 6% em volume em fevereiro e de 25% na receita gerada em reais. Faturamento em dólares recuou 11,5% sobre mesmo mês de 2015.
Diretor-geral da instituição, Roberto Azevêdo, visitou o país árabe nesta terça-feira e defendeu a ratificação de acordos negociados no âmbito da organização.
Moeda norte-americana fechou cotada a R$ 3,94, recuo fomentado por boas notícias no exterior. Desempenho favorável da balança comercial também movimentou mercado.
O porto respondeu por 28% do comércio exterior brasileiro em janeiro, um aumento de 5,26% sobre o mesmo mês do ano passado.
Vendas externas somaram US$ 13,348 bilhões em fevereiro, um aumento de 4,6% sobre o mesmo mês do ano passado, pela média diária. Balança comercial registrou superávit superior a US$ 3 bilhões.
Segundo dados da CNI, esta é a 12ª queda seguida. Setor, porém, registrou aumento do faturamento em janeiro de 2015 sobre dezembro do ano passado.
Encontro em Jeddah reunirá representantes de governos e de empresas de 60 países, de 1 a 3 de março, para falar sobre parcerias público-privadas na Arábia Saudita.
Resultados de 2015 mostram que o lucro líquido chegou a R$ 3,2 bilhões no período. Brasil e Oriente Médio são principais mercados da empresa, que promete ampliar presença também no Norte da África.
Valor é referente a 2015. No quarto trimestre do ano, resultado negativo foi de R$ 33,1 bilhões. Desempenho foi prejudicado principalmente por preços do minério.
Vendas externas de indústria de bens de capital recuaram no mês passado sobre janeiro de 2015, apesar do câmbio favorável. Segmento também teve queda na receita líquida.
Presidente do país afirmou que pretende concluir a construção de 656 mil unidades populares em dois anos e meio.
Última das três agências de classificação de risco a tirar selo de bom pagador do País citou deterioração dos indicadores da dívida brasileira.
Fundo Monetário Internacional afirma que PIB do país cresceu menos e dívida aumentou em 2015. Para este ano, previsão é de pequena recuperação econômica.

