Movimentação mundial de investimentos estrangeiros diretos somou US$ 1,7 trilhão em 2015, um aumento de 36% sobre 2014. Unctad afirma, porém, que pouco desse dinheiro foi de fato para o setor produtivo.
Autor: Da Redação
Conab prevê produção de 49,13 milhões a 51,94 milhões de sacas em 2016. Pela média, safra deverá ser menor apenas que a de 2002.
Desvalorização da moeda da Rússia e receio de ataques terroristas prejudicaram desempenho do setor.
Moeda norte-americana teve valorização de 0,51% e fechou o dia cotada a R$ 4,054. Bolsa subiu 0,32%.
Empresário brasileiro recebeu propostas do fundo árabe em quatro empresas dos setores de infraestrutura naval, petróleo e gás, carvão e mineração.
Vendas aos países da região renderam US$ 218,5 milhões. Foram embarcadas mais de 1,5 milhão de sacas de 60 quilos.
Economia global deverá ter expansão de 3,4% neste ano e de 3,6% em 2017. Brasil pode encerrar 2016 com retração de 3,5% e Oriente Médio, com crescimento de 3,6%.
Segundo a Serasa Experian, 2015 foi o quarto ano seguido com fraco desempenho na busca por financiamento.
Saldo de US$ 621 milhões foi resultado de exportações de US$ 3,145 bilhões e importações de US$ 2,524 bilhões. Na primeira semana de janeiro, balança havia registrado déficit.
Estatal produziu em média 2,6 milhões de barris equivalentes de petróleo e gás no Brasil, um aumento de 5,5% em comparação com 2014.
Petróleo em baixa e instabilidade na economia chinesa afetaram o desempenho do câmbio e do mercado de ações.
Índice de Atividade Econômica teve recuo de 0,52% em novembro, segundo informações do Banco Central.
Embarques do país renderam US$ 22 bilhões em 2015, um crescimento de 6,7% sobre 2014, e as compras externas somaram US$ 37 bilhões, um recuo de 5,6%. Déficit comercial caiu 18%
Em 2015, clientes receberam 101 jatos comerciais e 120 executivos produzidos pela indústria aeronáutica brasileira. Contrato com a Emirates foi um dos destaques do período.

