Cultura

A paixão pelo deserto fez com que a brasileira Lucy Barbosa viajasse pela Mauritânia, Líbano, Síria, Nigéria e Mali fotografando e registrando o cotidiano dos povos nômades. Agora ela busca patrocínio para publicar um livro e organizar uma exposição.

Café árabe, narguilé, dança do ventre, história do Egito Antigo e decoração a la mil e uma noites. Ah sim, e muito chá. A Khan El Khalili, casa de chá egípcia de São Paulo, atrai novos clientes e mantém fãs antigos há mais de duas décadas.

A cidade de São Paulo, que faz 454 anos no dia 25 de janeiro, tem um PIB maior que o de países como Egito e Kuwait e maior que o de 22 estados americanos. A conclusão é da Fecomércio, em um estudo preparado para comemorar o aniversário da cidade de onze milhões de habitantes e das 40 mil pizzas feitas por hora.

Este ano a capital da Síria foi escolhida para ser o centro da cultura árabe. A cidade, que é considerada uma das mais antigas do mundo, vai oferecer diversos eventos culturais, como apresentações de teatro, música, dança, conferências e festival de filmes. A cerimônia de abertura será realizada sexta-feira.

Para alguns brasileiros os hieróglifos usados no Egito Antigo não são nenhum mistério. Eles são poucos, menos de dez no país, mas entendem a língua dos faraós. E usam seu conhecimento para ler documentos originais. São homens como Ciro Flamarion Santana Cardoso e Moacir Elias Santos que tratam de manter vivo e reproduzem o conhecimento sobre a língua egípcia no Brasil.

Em Ponta Grossa, interior paranaense, um pequeno museu abastece a população local com informações sobre o Egito Antigo. O espaço tem em exposição 260 réplicas de objetos da terra dos faraós e uma máscara de múmia original do século 2 a.C. Os visitantes do local são principalmente estudantes do ensino fundamental e médio.

Marcelo Cunha, de 39 anos, é um gaúcho que vivia em São Paulo e se mudou de mala e cuia cheia de erva-mate para Dubai para viver perto do filho de sete anos. No emirado, descobriu uma cidade em obras, cheia de oportunidades e demanda para produtos brasileiros. Para ajudar a fazer uma ponte entre o Brasil e os Emirados, criou um blog, no qual posta notícias sobre a terra que ele acaba de descobrir.

Cenário paulistano vira objeto de estudo para artistas estrangeiros moradores do Lutétia – residência para artistas mantida pela FAAP. Italianas fazem ações com passantes e moradores de rua da região central de São Paulo para incentivar o debate sobre o papel de cada um na cidade. Libanês, que também participa do projeto, apresenta o resultado do seu trabalho, feito no Líbano.

O diretor geral da ONG saudita Economic & Social Circle Amarate Makkah, Suhail H. Sawan, acredita que Brasil e Arábia Saudita terão um maior intercâmbio em áreas como educação, comércio e saúde, em breve. Ele esteve ontem na sede da Câmara Árabe em São Paulo.   

Ilza Dutra foi tema de uma matéria na edição de novembro da revista Al-Beit Al Ahram, do Egito. A publicação conta como Ilza desenvolveu seu trabalho de restauração de obras de arte nos vários países que morou. Ela é esposa do embaixador do Brasil no Cairo e vive atualmente no Egito.

Esfiha, quibe, charutinhos, pistaches e tahine vão fazer parte do cardápio de muitas ceias de famílias brasileiras este ano. O restaurante Arabesco, de São Paulo, já tem 30 encomendas de ceias para o Natal. A Maxifour, distribuidora de produtos árabes, também está apostando nas cestas natalinas com temperos e especiarias árabes.

Da redação São Paulo – O secretário de educação superior do Brasil, Ronaldo Mota, e o reitor da Universidade do Líbano, Zouheir Chokr, se encontraram na última sexta-feira (7) em Brasília para discutir programas de pesquisas conjuntas entre universidades dos dois países. De acordo com matéria publicada no site do Ministério de Educação, a reunião deu