Argélia é um dos principais alvos dos exportadores brasileiros de frango no continente. Vendas ao Oriente Médio caíram 1,2% em 2012, mas a região ainda é o maior destino do produto nacional.
Agronegócio
Projeção para este ano é do Ministério da Agricultura. Valor bruto das principais lavouras deverá ultrapassar R$ 305 bilhões. A soja é o produto com maior peso.
Foram processadas 531 milhões de toneladas na safra passada, o que resultou em 21 bilhões de litros de etanol e 34 milhões de toneladas de açúcar. Dados são da região Centro-Sul brasileira.
Vendas externas brasileiras do setor somaram quase US$ 96 bilhões, um aumento de 1% sobre 2011. Houve crescimento dos volumes embarcados, mas queda na média de preço dos produtos.
Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) afirma que açúcar, lácteos e óleos foram os produtos que tiveram maior desvalorização no ano passado em seu índice de preços.
Vendas externas de carne bovina brasileira renderam US$ 21,8 milhões por dia na semana passada. Avanço ocorreu mesmo após restrições impostas por alguns países.
Primeiro lote do produto feito pela empresa Camelicious deverá ser entregue aos supermercados na próxima semana. Companhia pretende exportar.
Estado, no entanto, não vendeu o produto ao país árabe no ano passado. Peru anunciou restrição à mercadoria produzida no Brasil todo.
Governo vai esperar até março para que países suspendam veto ao produto nacional.
O ministro egípcio da Agricultura informou que seu país não parou de importar carne em função do caso atípico de vaca louca.
Segundo o frigorífico, a suspensão de importações de carne por seis países não prejudica seu desempenho. Esses mercados representam menos de 4% das vendas externas, volume que irá para outros países.
Compras do produto foram interrompidas até que o Brasil explique o caso ‘não-clássico’ de animal contaminado com a doença que morreu em 2010. Informação foi divulgada no começo deste mês.
Produção deverá aumentar 4,72% na safra 2012/2013, chegando a 37,6 milhões de toneladas, já a de etanol deverá sofrer queda de 5,22%, segundo dados da Conab.
O Produto Interno Bruto do setor poderá avançar entre 3,5% e 4% no ano que vem, segundo estimativa da CNA.

