A feira de agronegócios, que ocorreu na última semana em Ribeirão Preto, registrou a presença de 870 visitantes de fora, principalmente da Venezuela, Argentina e Estados Unidos.
Agronegócio
Estatal brasileira pretende aumentar sua participação no setor de 5% para 15%, de acordo com o informações do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão.
Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) afirma que resultado de abril foi o melhor dos últimos 12 meses.
A União Europeia avalia a produção dos Emirados e pode liberar a importação ainda em 2011. Fazendeiros do país buscam animais que produzem mais leite no Cazaquistão, Turcomenistão e Quênia.
Microlotes são formados com frutos cultivados em condições especiais. Qualidade superior atrai compradores estrangeiros, inclusive dos Emirados Árabes Unidos.
A avaliação é do presidente da Sociedade Rural Brasileira e da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), Cesário Ramalho. A mostra começa nesta segunda-feira.
As vendas de fertilizantes de países árabes ao Brasil tiveram receita de US$ 94,7 milhões no trimestre. O avanço veio principalmente do Marrocos. A Tunísia, fornecedora tradicional, não exportou.
Commodity está mais cara graças ao aumento da demanda. No Brasil, previsão é de aumento do consumo interno. No exterior, Estados Unidos têm o menor estoque em 15 anos.
As vendas do agronegócio local somaram US$ 325,6 milhões no primeiro trimestre do ano, segundo o Ministério de Agricultura e Meio Ambiente. O país quer aumentar vendas e diminuir importações.
Esse é o valor que o agronegócio brasileiro deixou de receber desde agosto de 2010, quando a Advocacia Geral da União emitiu parecer restringindo a compra de propriedades com capital externo.
O aumento ocorreu no primeiro trimestre, apesar da crise política no país. O Oriente Médio continua a ser o maior mercado do produto brasileiro, com US$ 673 milhões em importações.
O Egito importou US$ 106 milhões e a Argélia US$ 46 milhões em óleo de soja do Brasil no primeiro trimestre. As compras ajudaram a elevar as vendas do agronegócio para a região.
O país africano pretende também fazer intercâmbio técnico na área. Acordo foi definido durante visita do ministro sudanês dos Recursos Animais e Pesca, Faisal Hassan Ibrahim.
A Pioneiro Alimentos, avícola do Paraná, obteve a certificação halal e criou uma marca específica para os países árabes, a Al Mana Foods. A empresa quer ampliar suas vendas na região.

