O governo federal liberou o valor para financiamento da colheita 2018/2019. Valores são 16% maiores do que os do safra anterior.
Agronegócio
Câmara Árabe promoveu reunião do Ministério da Agricultura libanês com representantes de 12 empresas brasileiras de importação e exportação para divulgar os produtos do país árabe.
Produção brasileira em 2018 deverá ser de 54,44 milhões a 58,51 milhões de sacas de 60 quilos.
Em 2017, os países da região representaram 5% das vendas do setor. O Líbano e a Síria foram os que mais compraram em volume, e Argélia e Iraque os que mais cresceram no comparativo com 2016.
Vendas externas da agropecuária brasileira somaram US$ 96 bilhões no ano passado. Soja foi o principal produto exportado.
Índice global de valores medido pela FAO avançou 8,2% no ano passado sobre 2016. Em dezembro, porém, houve um recuo de 3,3% em relação a novembro.
Após uma produção recorde de 237,7 milhões de toneladas no último ciclo, a colheita no Brasil poderá cair para 227,9 milhões de toneladas na temporada atual.
Relatório encomendado pelo Grupo de Trabalho da Soja (GTS) indica que a soja respondeu por 1,2% do total desflorestado por corte raso.
Vendas externas do produto brasileiro somaram US$ 7,2 bilhões em 2017. Oriente Médio respondeu por fatia de 33,5%.
Ministério da Agricultura espera que a Organização Mundial de Saúde Animal reconheça o status em maio, durante reunião em Paris.
Dados da NASA, de novembro deste ano, são parecidos com os pesquisados pela Embrapa Territorial.
País africano deverá fechar a próxima safra na liderança da produção entre os árabes, além de ter o maior crescimento global durante o período.
Previsão para a safra atual é de 39,46 milhões de toneladas. Aumento irá ocorrer mesmo com redução da colheita.
País comprou 5,9 milhões de toneladas da região de janeiro a novembro. Volume corresponde a 24% do total adquirido no período.

