Cultura

Ana Cecília Pedrosa de Azevedo, da Fiocruz, do Rio de Janeiro, ministrou no ano passado um curso sobre proteção radiológica e controle de qualidade em radiodiagnóstico na Universidade Mohammed V. Agora ela vai acompanhar monografias de estudantes nesta área de pesquisa. O foco do trabalho da brasileira é tornar o uso da radiologia mais segura nos hospitais.

Da redação São Paulo – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Dubai Cares, organização beneficiente dos Emirados Árabes Unidos, se uniram para dar uma melhor educação a um milhão de crianças pobres da África, Europa Oriental, sul da Ásia e Oriente Médio. A informação foi publicada no site das Nações

Da redação São Paulo – O jogador brasileiro Kaká, que atua como atacante no Milan, na Itália, lançou  ontem (7) a campanha do Programa Mundial de Alimentos (PMA), da Organização das Nações Unidas, para ajudar 59 milhões de crianças famintas nos países em desenvolvimento. A informação foi divulgada no site da ONU. Durante o lançamento, o jogador repetiu

O Arabesco, restaurante que existe há mais de vinte anos em São Paulo, conta com uma receita especial para manter a casa cheia há tanto tempo: os quitutes servidos ali foram inspirados nos pratos que a avó libanesa de Beto Isaac, o proprietário, fazia. São as mesmas comidas que ele comeu ao longo de sua infância.

Arthur Simões Cardoso, paulista de 26 anos, se formou em Direito e resolveu cair na estrada. Pegou sua bicicleta, arrumou patrocínio e foi dar a volta ao mundo. Depois de percorrer 25 mil quilômetros ele está na Península Arábica, de onde contou suas aventuras por telefone à ANBA.

Os imigrantes ou filhos de imigrantes de países árabes que têm interesse em doar fotos, objetos, livros, vídeos e documentos que têm valor histórico serão bem vindos no memorial. O museu, vinculado à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, quer resgatar a memória dos imigrantes árabes no Brasil.

Criada em 2005, o Zahra Studio de Dança do Ventre se transformou em um espaço da cultura árabe em Brasília. Além das 500 alunas que buscam a escola para aprender uma das danças mais antigas da humanidade, o Studio oferece aulas de língua árabe e organiza viagens para o Egito.

Os professores que dão aulas de português para os 108 refugiados palestinos que estão vivendo no Brasil desde o ano passado passaram por um curso de capacitação na última semana. Com instrutores do Setor de Estudos Árabes da UFRJ, os sete professores aprenderam novos métodos para aplicar em sala de aula.

A criação e a produção são brasileiras, os atores, marroquinos, e os camelos vieram da Mauritânia. Esse mix árabe-brasileiro compõe a nova campanha da Pepsi, que foi filmada no Deserto do Saara, no Marrocos, em dezembro e que estreou ontem na TV, durante o intervalo da novela Duas Caras, na Globo.

A paixão pelo deserto fez com que a brasileira Lucy Barbosa viajasse pela Mauritânia, Líbano, Síria, Nigéria e Mali fotografando e registrando o cotidiano dos povos nômades. Agora ela busca patrocínio para publicar um livro e organizar uma exposição.

A cidade de São Paulo, que faz 454 anos no dia 25 de janeiro, tem um PIB maior que o de países como Egito e Kuwait e maior que o de 22 estados americanos. A conclusão é da Fecomércio, em um estudo preparado para comemorar o aniversário da cidade de onze milhões de habitantes e das 40 mil pizzas feitas por hora.

Café árabe, narguilé, dança do ventre, história do Egito Antigo e decoração a la mil e uma noites. Ah sim, e muito chá. A Khan El Khalili, casa de chá egípcia de São Paulo, atrai novos clientes e mantém fãs antigos há mais de duas décadas.

Este ano a capital da Síria foi escolhida para ser o centro da cultura árabe. A cidade, que é considerada uma das mais antigas do mundo, vai oferecer diversos eventos culturais, como apresentações de teatro, música, dança, conferências e festival de filmes. A cerimônia de abertura será realizada sexta-feira.

Para alguns brasileiros os hieróglifos usados no Egito Antigo não são nenhum mistério. Eles são poucos, menos de dez no país, mas entendem a língua dos faraós. E usam seu conhecimento para ler documentos originais. São homens como Ciro Flamarion Santana Cardoso e Moacir Elias Santos que tratam de manter vivo e reproduzem o conhecimento sobre a língua egípcia no Brasil.