O maior investidor é a Arábia Saudita, seguida do Kuwait, Líbia, Emirados Árabes Unidos, Líbano e Bahrein. Nas sete zonas francas do país, a maior parte dos aportes vem do Kuwait. A legislação egípcia concede benefícios para empresas estrangeiras interessadas em se instalar por lá.
Economia
Segundo levantamento divulgado pelo IBGE, houve aumento de atividade em todos os setores da economia. No ano passado o PIB do país diminuiu.
Especializado em rebocadores e embarcações médias, Wilson, Sons quer produzir navios de apoio e suprimento para plataformas marítimas. O BNDES vai financiar as obras com US$ 1,9 milhão, 85% do total necessário.
Parceria foi firmada entre a Brasilinvest, do empresário Mário Garnero, e a China International Trust and Investments. De acordo com o ministro do Planejamento, Guido Mantega, as prioridades são a ferrovia Norte-Sul e o o porto de Itaqui, no Maranhão. A contrapartida para os chineses será dada em soja e minério de ferro.
Ao todo, R$ 9 milhões serão destinados ao projeto, resultado de uma parceria entre a Apex, a Associação dos Produtores Independentes de TV, o Ministério da Cultura e o Sebrae.
As fábricas brasileiras de roupas, tecidos e fios embarcaram um volume 24% maior de produtos para os países árabes nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O percentual ficou acima do crescimento das exportações do setor como um todo, que alcançou 10% até abril.
Estatal petrolífera OOC firmou joint-venture com companhias dos Emirados e da França para transportar petróleo e derivados. O aporte de capitais foi de US$ 430 milhões. A frota terá modernos navios de casco duplo. No ano passado, o governo local já havia fundado uma transportadora destinada ao setor de gás natural liquefeito.
Estimativa é da Dubai Ports Authority, empresa que administra três terminais locais. No ano passado passaram por lá 5,15 milhões de contêineres. A companhia quer assumir também a exploração de portos no Iraque.
Foram investidos US$ 60 milhões na construção da unidade, que vai produzir cerca de 10 mil carros por ano e empregar 500 pessoas. O objetivo é atender o mercado local e dos demais países árabes.
O crescimento dos embarques é resultado de negócios com países vizinhos do Mercosul e da abertura de novos mercados no Oriente Médio e na África. No ano passado, o Brasil faturou US$ 69 milhões com as vendas externas do setor, valor 22,4% maior do que em 2002.
No total, as exportações brasileiras do setor para a região renderam US$ 169 milhões, contra US$ 83,4 milhões registrados em abril de 2003. No acumulado do ano o faturamento já chegou a US$ 816,6 milhões. A Arábia Saudita lidera as importações do segmento, seguida dos Emirados, Egito, Marrocos e Argélia.
Contrato, que prevê investimentos iniciais de US$ 1 bilhão, foi assinado hoje em Pequim na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mineradora brasileira concluiu ainda dois outros acordos para a produção de carvão e coque na China.
As exportações brasileiras alcançaram um saldo positivo 50% superior ao ano passado desde o início do ano até a terceira semana do mês de maio. Foram comercializados US$ 31,3 bilhões no exterior no período.
De acordo com o diretor da agência Investe Brasil, Clementino Fraga Neto, a redução foi causada por questões externas e pela remessa de recursos ao exterior pela Telefonica. Ele acrescentou, porém, que o país continua em sexto lugar no ranking do fluxo mundial de investimentos.

