Compras do produto no exterior recuaram 77,9% em janeiro, segundo dados divulgados pela Abraciclo. China é a maior fornecedora.
Economia
Receita do segmento caiu no ano passado no Brasil, se descontado o efeito da inflação.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o comércio com o país árabe gerou US$ 1,19 bilhão em receita.
Volume de comercialização avançou em quatro áreas do segmento, entre elas nos supermercados.
Foram registradas mais de 54 mil transações no segmento no ano passado. Montante foi considerado expressivo para o emirado.
Nas duas primeiras semanas de fevereiro, com seis dias úteis, o Brasil teve US$ 4,8 bilhões em exportações e US$ 3,8 bilhões em importações.
Clientes da companhia receberam 90 aeronaves comerciais e 91 executivas. Carteira de pedidos firmes é de US$ 16,3 bilhões.
IPCA, índice oficial de inflação do País, ficou acima dos 0,15% de dezembro, puxado por alimentos e bebidas.
O país árabe é o 8º entre os 20 principais destinos dos sapatos do Brasil. Em janeiro, as exportações aos Emirados ultrapassaram US$ 2,8 milhões. O principal produto embarcado ao país é o chinelo de borracha.
Ricardo Amorim, do programa Manhattan Connection, fez palestra para associados da Câmara Árabe nesta quinta-feira. Ele tem expectativas positivas quanto aos investimentos estrangeiros e o crescimento da economia brasileira.
Entrada de dólares do Brasil superou a saída em US$ 55 milhões no mês passado.
Foram fabricadas 197 mil unidades no mês passado. Vendas no mercado interno cresceram 10%, mas exportações recuaram 46%.
O crescimento ficou abaixo do previsto pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Para 2019, a estimativa é de um avanço de 3%.
Governo do estado anunciou redução de 25% para 12% na alíquota do ICMS cobrado sobre o combustível.

