País tem 268,5 bilhões de barris de reservas provadas. Após auditoria da consultoria DeGolyer and MacNaughton, estimativa foi ampliada em 2,2 bilhões de barris.
Economia
Retomada do crescimento aconteceu após quatro meses de queda e foi alavancada pelo setor alimentício, diz IBGE.
Segundo a instituição, o crescimento da economia global vai desacelerar de 3% no ano passado para 2,9% neste. Brasil pode avançar 2,2%, se reformas forem aprovadas.
Foram fabricados 2,88 milhões de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus no País em 2018. Mercado interno impulsionou indústria, pois exportações caíram.
Saldo é resultado de exportações brasileiras de US$ 3,86 bilhões e importações de US$ 1,97 bilhão na primeira semana de janeiro.
Moeda norte-americana recuou 1,04% nesta sexta-feira e encerrou a semana cotada a R$ 3,71.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) teve queda de 1,54% em novembro de 2018, a maior variação negativa desde janeiro de 2014.
Foram emplacados mais de 2,5 milhões de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões novos no País no ano passado.
Volume produzido foi de 3,274 milhões de barris diários de óleo equivalente. Recuo ocorreu em função de paradas para manutenção de três plataformas.
Moeda norte-americana recuou 1,7% no primeiro dia útil do governo do novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Ibovespa ultrapassou pela primeira vez os 91 mil pontos.
Vendas externas do País somaram US$ 239,5 bilhões em 2018, um aumento de 9,6% sobre 2017. Importações cresceram 19,7%, para US$ 181,2 bilhões. Saldo ficou positivo em US$ 58,3 bilhões, 2º total mais alto.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas subiu 1 ponto em dezembro e chegou a 95,9 pontos. É a terceira alta consecutiva.
As vendas das lojas livres de impostos nos terminais aéreos do emirado cresceram 4,3% sobre o ano anterior.
Juntos, União, estados e municípios brasileiros tiveram saldo negativo nas contas em novembro, segundo o Banco Central.

