Julho foi o segundo mês seguido em que houve avanço na economia brasileira, segundo índice do Banco Central que tenta antecipar o movimento do PIB.
Economia
Moeda norte-americana teve queda de 0,69% nesta sexta-feira, após ter chegado a valor recorde na quinta.
Brasil produziu 4.470 MW de janeiro a julho. Fonte responde por 7% da eletricidade gerada no País.
A receita bruta do segmento caiu 2,2% sobre junho e 0,3% em relação a julho de 2017, segundo o IBGE.
Moeda norte-americana teve alta de 1,21% nesta quinta-feira e fechou cotada a R$ 4,196, maior valor nominal desde o lançamento do Plano Real, em 1994.
Segundo relatório da agência da ONU, ocupação fez taxa chegar a 27%. Só o levatamento de restrições ao comércio poderia fazer a economia local crescer 10%.
Moeda norte-americana teve valorização de 1,48% nesta terça-feira, após três dias úteis de queda.
Saldo é resultado de exportações brasileiras de US$ 4 bilhões e importações de US$ 2,9 bilhões, registradas em quatro dias úteis.
Em agosto, a queda foi de 7,5% em volume e de 9,2% na receita no comparativo com o mesmo mês do ano passado.
Instituições financeiras projetam avanço de 1,40% para a economia brasileira neste ano, abaixo da estimativa da semana passada.
Pesquisa da Ernst & Young mostra que entre 2.700 empresários de médio porte entrevistados na Arábia Saudita, 33% espera crescimento elevado nos negócios neste ano.
Moeda norte-americana teve baixa de 0,95% nesta quinta-feira. No entanto, no acumulado da semana houve alta de 0,78%.
Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) caiu em relação a junho, mas subiu sobre o mesmo mês de 2017.
IPCA caiu 0,09% no mês passado.

