Vendas do produto brasileiro no exterior renderam US$ 81,4 milhões em janeiro. Países árabes não figuraram entre os 20 principais destinos.
Economia
Houve avanços na recuperação do país nos últimos cinco anos, mas condições socioeconômicas seguem fracas. PIB cresceu 3,4% em 2016 e deve avançar 2,5% em 2017. Nação elegeu novo presidente.
Entidade terá café da manhã para suas empresas no próximo dia 15. Na pauta estão temas como economia dos países árabes e do mundo, o calendário de atividades do ano e uma missão ao Norte da África.
Entraram mais dólares do que saíram no Brasil no mês passado, segundo o Banco Central.
Índice é o maior baixo desde 2010 entre grandes companhias, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria. Entre as que planejavam fazer investimentos, 10% cancelaram planos.
Projeção para 2017 é de equipe do FMI, que visitou país árabe e percebeu maior confiança local após realização da conferência Tunísia 2020. Um dos desafios é diminuir gastos com salários no setor público.
A taxa oficial de inflação do Brasil fechou o mês passado em 0,38%, o menor percentual em quase quatro décadas, segundo constatação do IBGE.
O novo presidente da entidade, Rubens Hannun, começou sua gestão neste mês e fez na segunda-feira primeira reunião de diretoria, com planejamento de ações em prol de associados e do comércio.
Unidade consumiu R$ 25 milhões em investimento e poderá produzir 72 mil toneladas de pasta celulósica por ano. Tecnologia foi desenvolvida pela FibraResist, do Grupo Cem.
Fundo criado para financiar universalização do serviço de energia elétrica terá R$ 13,9 bilhões, valor 24% menor do que no ano passado.
Indústria aumentou produção em grande parte dos 14 locais pesquisados pelo IBGE em dezembro. Rio Grande do Sul e Ceará estiveram entre estados com desempenho acima da média.
Balança comercial registrou saldo positivo de US$ 212 milhões nos três primeiros dias do mês. Subiram exportações de produtos como minério de cobre, petróleo em bruto, couros e cereais.
Setor faturou US$ 809,8 milhões com vendas externas em janeiro, de acordo com a Anfavea. Alta em volume chegou a 56%. Desde 2008 indústria não registrava desempenho tão bom no primeiro mês do ano.
Serviços de alimentação em bares e restaurantes vão responder por mais da metade do valor.

