Previsão para retração da economia em 2015 passou de 1,01% para 1,03%, segundo boletim Focus. Balança comercial deve fechar ano com saldo positivo de US$ 4,3 bilhões.
Economia
Índice da Confederação Nacional co Comércio de Bens, Serviços e Turismo que mede intenção de consumo das famílias recuou 6,9% em abril. Uma das fortes influências veio de bens duráveis.
Receita dos embarques subiu 1,03% em março em comparação com o mesmo mês do ano passado. Volume vendido teve expansão de 27,7%.
Fabricação brasileira recuou 7,4% em volume sobre o mesmo mês do ano passado e ficou em 2,8 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Aço Brasil.
Representantes do setor privado das 20 maiores economias globais divulgaram propostas para eliminar gargalos que impedem expansão do emprego e investimentos em países com dificuldades.
País árabe comprou mais do Brasil no primeiro trimestre do ano e ocupa a 11ª colocação entre os destinos do produto no exterior. No geral, exportação nacional de calçados recuou.
Receita avançou em comparação ao mesmo período de 2014, mas percentual é inferior ao obtido em janeiro e dezembro últimos, segundo pesquisa do IBGE.
Evento acontece nos dias 11 e 12 de junho na capital tunisiana. Segundo Sabri Bachtobji, embaixador tunisiano no Brasil, seu país busca capital para áreas como indústria, agricultura, turismo e farmácia.
Papéis da Petrobras subiram quase 8% nesta quarta-feira (15) e moeda norte-americana se desvalorizou devido a divulgações de dados no Brasil e na China.
Até o último dia 10, País registrou saldo de US$ 969 milhões de entradas e saídas de dólares, segundo informações do Banco Central.
Atividade econômica do País registrou expansão de 0,36% sobre janeiro, segundo índice medido pelo Banco Central. No primeiro mês do ano houve queda sobre período anterior.
Aumento de 15% dos ganhos ocorreu no primeiro trimestre deste ano sobre mesmo período do ano passado. Nos três primeiros meses de 2015, instituição lucrou US$ 321,5 milhões.
Segundo instituição, em 2016, crescimento deve ficar em 4%. Em nota divulgada nesta terça-feira (14), organização indica que não espera expansão significativa no curto prazo.
Fundo estima avanço de 0,9% para América Latina e Caribe em 2015, mas retração no Brasil. Para 2016 as previsões são melhores.

