Recuo sobre janeiro foi de 0,1%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Economia
Quantidade de brasileiros com pagamentos em atraso cresceu 3,76% em relação ao mesmo período de 2014.
Saldo positivo de US$ 132 milhões nas duas primeiras semanas do mês foi resultado de exportações de US$ 5,053 bilhões e importações de US$ 4,921 bilhões.
Aumento da demanda do consumidor brasileiro avançou 16,7% em relação a fevereiro e 14,9% em comparação com março do ano passado.
Boletim do Banco Central mostra previsão de analistas financeiros para inflação neste ano: 8,13%. Estimativa anterior era de 8,2%.
Diretor-geral da instituição afirma que quantidade de pessoas sem empregos ou que atuam no mercado informal pode crescer por causa da desaceleração econômica.
Avaliação do Fundo é de que o País passa por momento econômico delicado, porém, irá iniciar recuperação no fim deste ano e voltar a crescer já em 2016.
Cotação da moeda tem redução de 1,86% na semana, e encerra o pregão da sexta-feira (10) a R$ 3,07. Euro também cai e bolsa sobe.
Houve alta de 15% em março sobre fevereiro e de 1,6% em relação a março do ano passado.
Agência de classificação de risco manteve o rating soberano em BBB, mas revisou a perspectiva do País de estável para negativa.
Percentual foi registrado nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, e é o maior desde o período de março a maio de 2013.
Evento Perspectivas da Economia Brasileira, programado para dia 14 de abril, foi adiado. Nova data será agendada.
É a maior alta de preços para o mês desde 1995. Nos últimos 12 meses, inflação acumula 8,13%.
Para Duncan Watson, executivo da empresa, moeda norte-americana valorizada pode ajudar a elevar o volume de cargas transportadas a partir do Brasil.

