Atividade econômica do País registrou expansão de 0,36% sobre janeiro, segundo índice medido pelo Banco Central. No primeiro mês do ano houve queda sobre período anterior.
Economia
Aumento de 15% dos ganhos ocorreu no primeiro trimestre deste ano sobre mesmo período do ano passado. Nos três primeiros meses de 2015, instituição lucrou US$ 321,5 milhões.
Segundo instituição, em 2016, crescimento deve ficar em 4%. Em nota divulgada nesta terça-feira (14), organização indica que não espera expansão significativa no curto prazo.
Fundo estima avanço de 0,9% para América Latina e Caribe em 2015, mas retração no Brasil. Para 2016 as previsões são melhores.
Recuo sobre janeiro foi de 0,1%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Quantidade de brasileiros com pagamentos em atraso cresceu 3,76% em relação ao mesmo período de 2014.
Saldo positivo de US$ 132 milhões nas duas primeiras semanas do mês foi resultado de exportações de US$ 5,053 bilhões e importações de US$ 4,921 bilhões.
Aumento da demanda do consumidor brasileiro avançou 16,7% em relação a fevereiro e 14,9% em comparação com março do ano passado.
Boletim do Banco Central mostra previsão de analistas financeiros para inflação neste ano: 8,13%. Estimativa anterior era de 8,2%.
Diretor-geral da instituição afirma que quantidade de pessoas sem empregos ou que atuam no mercado informal pode crescer por causa da desaceleração econômica.
Avaliação do Fundo é de que o País passa por momento econômico delicado, porém, irá iniciar recuperação no fim deste ano e voltar a crescer já em 2016.
Cotação da moeda tem redução de 1,86% na semana, e encerra o pregão da sexta-feira (10) a R$ 3,07. Euro também cai e bolsa sobe.
Houve alta de 15% em março sobre fevereiro e de 1,6% em relação a março do ano passado.
Agência de classificação de risco manteve o rating soberano em BBB, mas revisou a perspectiva do País de estável para negativa.

