Segundo boletim do Banco Central, analistas estimam recuo de 0,42% para economia brasileira em 2015. Previsão da última semana era de estabilidade, sem crescimento.
Economia
Volume de vendas para países como Arábia Saudita e Emirados dobrou em comparação com janeiro do ano passado. Preços mais baixos, contudo, fizeram a receita cair.
Vendas externas paulistas recuaram 18,1% em janeiro para US$ 3,1 bilhões. Agronegócio também teve queda nas exportações, de 13,2%, com US$ 1,3 bilhão.
Associação Nacional de Hospitais Privados foi convidada a participar do Encontro Mundial de Inovação para a Saúde, que será realizado em 17 e 18 de fevereiro em Doha.
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) subiu 0,43% em fevereiro, acima dos 0,42% de janeiro. Em doze meses, a alta é de 3,86%.
Festa ocorrerá na próxima sexta-feira (20) na sede do Centro Cultural do Brasil no Líbano, com bandas de percussão e concurso de fantasias.
Dado é do FMI. Instituição diz que o país tem se beneficiado da estabilidade macroeconômica. Previsão para 2015 é de um avanço de 5,5%.
Ganhos líquidos do banco federal chegaram a US$ 7,1 bilhões no ano passado.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída de US$ 4,726 bilhões do início de janeiro até a primeira semana de fevereiro.
Projeção do Tesouro Nacional é que ela fique entre R$ 2,45 trilhões e R$ 2,6 trilhões, acima dos R$ 2,29 trilhões de 2014.
Assista neste episódio: palestra com Demétrio Magnoli; Marcopolo vende ônibus para Abu Dhabi; e Rabat, capital do Marrocos.
Vendas de diesel, biodiesel, gasolina, etanol, querosene de aviação, óleo combustível e GLP cresceram. Já o GNV, gás para abastecer veículos, teve consumo menor.
Desocupação foi de 6,8% no Brasil no ano passado contra 7,1% em 2013, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Saldo fica negativo em US$ 25 milhões na primeira semana de fevereiro. Exportações somaram US$ 3,678 bilhões e importações, US$ 3,703 bilhões.

