Após encontro com o presidente do mais novo país, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional afirma, porém, que nação tem condições de atender aos desejos da população.
Economia
Cerca de 40 compradores árabes visitarão a maior feira de calçados e artefatos de couro da América Latina em janeiro. Presença de empresários da região no evento cresceu 45% de 2010 para 2011.
Fabricante gaúcha de carrocerias para ônibus estima produzir 200 unidades em suas instalações em Suez em 2012. Este ano o volume ficou abaixo disso por causa da Primavera Árabe.
A presidente Dilma Rousseff falou que a sua meta para o crescimento econômico em 2012 é de 5%. Ela demonstrou otimismo e disse que inflação ficará sob controle.
Aumento ocorreu em cinco anos. Estoque de investimentos diretos chegou a US$ 660,5 bilhões em 31 de dezembro de 2010, segundo o Censo de Capitais Estrangeiros no País, divulgado pelo Banco Central.
Receita dos embarques cresceu 21% em relação ao mesmo mês do ano passado, mas caiu 5% em comparação com outubro de 2011.
Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional se encontra com primeiro-ministro iraquiano e afirma que o país árabe está no caminho do crescimento.
Marroquina OCP, exportadora de fosfato, e multinacional Yara, de fertilizantes, firmam parceria que envolve o complexo da última no Rio Grande do Sul. País árabe vai fornecer matéria-prima à unidade.
A empresa contratou 110 chefs de cozinha com cerca de 10 anos de experiência em restaurantes cinco estrelas para servir seus passageiros de primeira classe. O serviço será ampliado em 2012.
As saídas de dólares foram maiores do que as entradas no Brasil até o dia 9 de dezembro, segundo o Banco Central, o que gerou saldo negativo.
Segundo pesquisa do IBGE referente a 2009, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Belo Horizonte responderam por 25% da renda gerada no Brasil.
As obras já estão em andamento e o centro deve estar funcionando ainda em 2012. O local abrigará 88 fornecedores de caminhões e maquinário pesado e permitirá reexportação de produtos.
Presidente da companhia afirma, no entanto, que Brasil tem condições de sair mais forte desta crise do que na anterior e que haverá mais investimentos no próximo ano.
Obra viabilizaria a exportação de petróleo do novo país pelo Quênia, já que ele não tem saída para o mar. Sul ficou com dois terços do óleo e o Norte tem a infraestrura, mas os dois não se entendem.

