País árabe registrou 15 novos projetos de investimentos no primeiro semestre, no valor de 2,2 bilhões de dinares tunisianos. A maior parte deles está nos setores industrial, de serviços e de energia.
Economia
Relatório divulgado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e a revista The Economist colocou o Brasil na categoria ‘desenvolvido’ para parcerias público-privadas.
A petrolífera finalizou o repasse de 51% das ações da Gaspetro para a empresa Compass, no valor de R$ 2 bilhões. Venda atende compromisso de promover maior concorrência no setor de gás natural no Brasil.
Indústrias brasileiras embarcaram 7,5 milhões de pares de sapatos ao exterior no primeiro semestre deste ano. Além de alta na quantidade, houve crescimento de 67,5% na receita.
Para o secretário-geral da Câmara Islâmica, o Brasil pode crescer no mercado halal em setores como turismo e cosméticos. Executivos foram recebidos na sede da Câmara Árabe, em São Paulo.
Delegação árabe que está no Brasil foi recebida pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, com quem debateu a necessidade de que o relacionamento Brasil-países árabes vá além do comércio.
Representantes de entidades da América do Sul assinaram documento sobre intenção de trabalho comum pelo desenvolvimento das câmaras.
Cerca de 50 empresários brasileiros puderam conhecer mais sobre as possibilidades de negócios com o Egito, apresentadas pela delegação do país árabe que está em São Paulo.
O painel ‘Governança corporativa em operações internacionais’, na programação do Fórum Econômico Brasil & Países Árabes, trouxe debate sobre as melhores práticas adotadas por empresas internacionalmente competitivas.
Evento voltado a empresários egípcios e brasileiros vai acontecer na próxima terça-feira (05), na capital paulista. O encontro reunirá executivos um dia após o Fórum Econômico Brasil & Países Árabes.
O diretor geral do Ministério da Agricultura do Líbano, Louis Lahoud, está em São Paulo e visitou a sede da Câmara Árabe com o cônsul geral do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi. O país árabe tem a oportunidade de exportar mais fertilizantes ao Brasil.
Projetos aumentariam a capacidade solar e eólica nos países árabes do Oriente Médio e Norte da África de 12,1 GW para 73 GW até 2030. Omã, Marrocos, Argélia e Kuwait estão entre os estados com planos mais ambiciosos.
Afirmação foi feita pelo ministro da Energia e Infraestrutura do país do Golfo, Suhail bin Mohammed Al Mazrouei, e reportada pela WAM.
Fertilizantes são um dos setores promissores para a economia egípcia, e sua ligação com os alimentos e vestuário é de extrema importância para a economia global. O Brasil responde por 90% das exportações da empresa.

