Economia da região deve crescer 0,5% este ano, segundo a agência da ONU, contra 0,9% em 2018.
Economia
Segundo superintendente da área na ANP, os leilões aceleram o conhecimento do pré-sal e atraem novos investidores para o Brasil.
Déficit fiscal caiu significativamente no primeiro semestre deste ano sobre o mesmo período de 2018, para US$ 1,5 bilhão.
Receitas somaram R$ 6,75 bilhões, um recuo de 12% em relação ao mesmo mês de 2018. Exportações estão também em queda.
Esse é o valor que as empresas públicas federais brasileiras têm no orçamento para investir em 2019.
Avanço foi impulsionado por setores não petrolíferos, como as áreas de serviços, indústria, obras públicas e agricultura.
Saldo negativo nas contas públicas foi menor que o resgistrado no mesmo mês do ano passado, de R$ 13,5 bilhões.
Instituições financeiras avaliam que a taxa Selic será reduzida em 0,25 ponto percentual em reunião do Copom esta semana.
Conselho Executivo divulgou relatório sobre o país árabe e prevê que o crescimento do PIB não petrolífero será de 5,4% em 2019.
País produziu 17,2 milhões de toneladas de aço bruto no primeiro semestre, um recuo de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Exportações diminuíram 2,4%.
Banco brasileiro de fomento liberou R$ 25 bilhões em empréstimos no primeiro semestre. Consultas e aprovações de projetos caíram ainda mais.
País recebeu US$ 2,19 bilhões, uma queda de 68% sobre o mesmo mês do ano passado. Valor não foi suficiente para cobrir déficit em conta corrente de US$ 2,91 bilhões no período.
Valor movimentado com aquisições e fusões somou US$ 115,5 bilhões no primeiro semestre no Oriente Médio e Norte da África, com avanço de 221%. Destaque foi compra da Careem Networks pela Uber.
Despesas em viagens internacionais subiram 2,44% em relação ao mesmo mês do ano passado, para mais de US$ 1,5 bilhão.

