Representantes da Joint Stocks National Company, de Trípoli, estão em São Paulo em busca de exportadores brasileiros de trigo, milho e soja. Os interessados podem encontrá-los na Câmara Árabe.
Oportunidades de Negócios
O assunto foi discutido, em Doha, pelo ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, e o presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin, com representantes do governo e do setor privado do país árabe.
Integrantes de delegação comercial brasileira organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior fazem avaliação otimista das oportunidades na Síria, Kuwait e Catar.
O chefe de governo do país recebeu o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que lidera missão ao Oriente Médio. Kuwaitianos investem alto no exterior.
As empresas que participaram da Mactech, mostra de máquinas industriais do Cairo, voltaram para casa satisfeitas com os contatos feitos e com a possibilidade de conseguir distribuidores na região.
Recursos vão principalmente para infraestrutura, segundo informações divulgadas no fórum empresarial Brasil-Síria, realizado em Damasco. País árabe quer negociar acordo com Mercosul em seis meses.
O hipermercado Uno, do grupo argelino Cevital, já importa frutas, café, açúcar e suco de laranja do Brasil, mas também está interessado em comprar carnes e produtos lácteos.
A Cooperativa Agropecuária Lar, com sede em Medianeira, no Paraná, estabeleceu os primeiros contatos com importadores egípcios. A cooperativa integra missão comercial promovida pelo Mapa à região.
Feira do ramo da construção terminou nesta quinta-feira em Dubai. Participaram 15 expositores do Brasil. Eles ocuparam um espaço de 280 metros quadrados.
O país árabe apresenta demanda crescente por alimentos e é um mercado potencial para produtos brasileiros. Técnicos do Ministério da Agricultura, empresas e cooperativas participam de missão à região.
A Mactech, de equipamentos agrícolas e industrias, começa nesta quinta-feira no Egito com três empresas do Brasil. Com o apoio da Câmara Árabe, as companhias participam pela primeira vez do evento.
Após a crise, empresas brasileiras que vendiam aos Estados Unidos e Europa procuram na Big 5 Show, em Dubai, novas alternativas. E até agora o retorno tem sido bom.
O emirado oferece incentivos para atrair empresas estrangeiras de diferentes áreas. Desde 2005, foram abertas 7,3 mil companhias e investidos US$ 3 bilhões em indústrias.
Expositores brasileiros na Big 5 Show, em Dubai, investem em produtos exclusivos para compensar a perda de competitividade causada pela valorização do real frente ao dólar.

