Terminou ontem no Cairo o primeiro Fórum de Empresárias do Oriente Médio e da África do Norte. De acordo com o ministro egípcio dos Investimentos, Mahmud Mohiedine, hoje as mulheres são proprietárias de 13% das empresas da região. O evento foi organizado juntamente com a OCDE.
Oportunidades de Negócios
Empresas de revestimentos, como a Parmesa e a Mosarte, concluíram negócios na feira em Dubai. Outras, como a Brasilit e a Cony, estão prestes a fechar. O presidente da Câmara Árabe, Antonio Sarkis Jr., quer ampliar a participação brasileira em 2008. Para o diretor da Big 5, é visível o crescimento da presença de companhias do país nos eventos do emirado.
A artista plástica Marilza Ramos vendeu os 38 quadros que levou para a Index, maior feira de móveis e decoração do Oriente Médio. Agora ela estuda a possibilidade de ter um depósito em Dubai. A Formanova fechou negócios da ordem de US$ 60 mil. Já a Sarquis Sâmara terá uma loja no shopping Ibn Batuta.
A zona franca de Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos, já tem três empresas brasileiras instaladas com escritórios e centros de distribuição. A partir do final deste ano terá mais três. Companhias das áreas de pedras ornamentais, autopeças e equipamentos odontológicos vão passar a usar o espaço que a Apex-Brasil tem no local, que foi visitado ontem pela missão empresarial brasileira que está no Golfo.
A missão da Câmara Árabe e Apex-Brasil esteve na incorporadora Sorouh, responsável por grandes empreendimentos imobiliários no emirado. O diretor da empresa, Adnan Salhi, disse que ela está aberta aos materiais do Brasil que tenham boa qualidade e bom preço.
Emirates News Agency* Dubai – O setor hospitalar dos países do Golfo Arábico deve movimentar US$ 60 bilhões até 2025 e a demanda por leitos deve dobrar. Para suprir essa demanda, os países do Golfo Arábico vão investir cerca de US$ 10 bilhões na construção de hospitais no período, sem incluir o aparelhamento dos mesmos.
A Guidoni, produtora brasileira de granitos, vai concluir, durante a feira em Dubai, uma venda de 3,5 mil metros cúbicos do produto para um comprador dos Emirados. Já a WK Trading recebeu um pedido de cotação para 20 contêineres de madeiras. Ontem várias companhias começaram a engatar negócios na mostra.
O diretor do Departamento de Turismo do emirado, Hamad Mohammed bin Mejren, disse que recebeu em seu escritório mais brasileiros nos últimos dois meses do que em 10 anos. Em 2006, Dubai recebeu 6,4 milhões de visitantes, sendo 52 mil latino-americanos.
Da redação* São Paulo – O emirado de Dubai deverá investir 80,74 bilhões de dirhams (US$ 21,98 bilhões) até o ano de 2020 para expandir a malha viária e desenvolver um sistema de transporte coletivo que vai incluir o metrô, ônibus e transporte marítimo. As informações foram publicadas no site do jornal árabe Gulf News. "O
O ministro das Finanças e Indústria dos Emirados, Hamdan Bin Rashid Al-Maktoum, passou ontem, na abertura da Big 5 Show, pelo estande do Brasil. O xeque árabe expressou admiração pela produção brasileira de material de construção, setor que é foco da mostra. No espaço brasileiro 29 empresas expõem seus produtos.
A informação é do membro do comitê executivo da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai, Hisham Abdullah Al Shirawi. De acordo com ele, o Brasil é o 33º maior parceiro comercial do emirado. Al Shirawi recebeu ontem líderes da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, com quem conversou sobre como aumentar ainda mais este relacionamento.
Paula Dib é uma designer diferente. Seu trabalho é auxiliar comunidades carentes Brasil afora a criar produtos com resíduos descartáveis, a aperfeiçoar técnicas de artesanato tradicionais e até a divulgar essas criações pelo mundo. Em 2006, ela ganhou o prêmio Jovem Designer Empreendedor do Ano, na Inglaterra – o que só fez seu trabalho ser ainda mais procurado por empresas, ONGs, prefeituras, etc.
Começa hoje a Big 5 Show, feira do setor de construção em Dubai que é a terceira maior do mundo. O espaço brasileiro terá 29 empresas. Entre as expositoras nacionais, a expectativa é de fechamento de negócios e também de encontrar parceiros para distribuir seus produtos no mercado do Golfo Arábico.
Entre os donos de unidades da The Pearl, ilha residencial de alto luxo que está em construção na capital do Catar, há brasileiros. A informação foi obtida ontem durante visita ao projeto da missão do setor de construção do Brasil que está no Golfo Arábico. O grupo buscou informações sobre como fornecer material de construção para as obras da ilha, que tem custo de US$ 13,9 bilhões.

