Oportunidades de Negócios

O grupo Hayel Saeed Anam, que atua em vários setores e está presente em 38 países, busca oportunidades no agronegócio e no setor imobiliário. O diretor da divisão industrial da companhia, Abdul Gabbar Hayel Saeed, está em São Paulo participando das rodadas de negócios organizadas pela Câmara Árabe Brasileira. Ele procura também eventuais parceiros para negócios em seu país e mais fornecedores.

A opinião é de Thabet A. Taher, ex-ministro das Minas e Energia da Jordânia e diretor da Federação de Empresários Árabes, que lidera a missão comercial de cinco nações árabes que está em São Paulo para negociar com empresas brasileiras. Durante a abertura dos trabalhos da delegação, o presidente da Câmara Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Jr., anunciou que a CCAB planeja promover um evento para os empresários das duas regiões durante a reunião de cúpula dos países árabes e da América do Sul.

Marina Sarruf São Paulo – Empresários do Iêmen e da Palestina presentes na rodada de negócios com companhias brasileiras nesta segunda-feira (14) no Hotel Renaissance, em São Paulo, se mostraram interessados em conhecer a produção de commodities e de vestuário de Maringá, no Paraná. O interesse foi demonstrado em conversas com representantes da Associação Comercial

Alexandre Rocha e Geovana Pagel São Paulo – Cerca de 200 pessoas, entre empresários árabes, brasileiros e representantes de associações, participaram do seminário que abriu as atividades da missão comercial árabe que está no Brasil para fazer negócios. Entre os presentes estava o jordaniano Halim Abdin, diretor da World Plastics, empresa que produz tubos para sistemas hidráulicos. Trata-se do seu

Sadia, Klin e Niasi fazem parte do grupo de empresas que vai participar de encontros com importadores do Iraque, Jordânia, Iêmen, Líbano e Palestina no hotel Renaissance. Uma das companhias brasileiras que estará no evento, a Fic/Phihong, de equipamentos eletrônicos, quer discutir a instalação de uma fábrica na região. Para algumas empresas, como a confecção Beth Bebê, as rodadas podem ser uma oportunidade de começar a exportar.

O Casulo Feliz, que nasceu com apenas uma roca de madeira e podução de seis quilos de fio ao mês, hoje fabrica cerca de dois mil quilos mensais e emprega 140 pessoas, todas moradoras de um dos bairros mais carentes de Maringá, no Paraná. A empresa já exporta fios de seda e produtos acabados, como tapetes e cortinas, para Espanha, Portugal, Itália e Argentina. O proprietário da fiação viajou recentemente ao Marrocos e ofereceu os produtos a empresári

A Jobi Artezanato, fundada pelas empreendedoras Jocelyne Scoffone e Edla Murad, envia cerca de mil peças, entre mesas, vasos e bibelôs revestidos com mosaico, para os Estados Unidos a cada dois meses. De lá, os objetos são distribuídos em países da América do Sul, Oriente Médio e Europa. Quem leva a produção adiante, em Vitória, é um grupo de mulheres artesãs. As duas sócias criaram a Jobi justamente para levar renda à população feminina local.

Formado em matemática e supervisor de produção de uma empresa de mineração em Cajati, no Vale do Ribeira, em São Paulo, José Amado Alves, procura investidores para comercializar o produto. Ele já transformou em farinha várias frutas, entre elas banana, goiaba, maçã, abacaxi, mamão e maracujá. O processo consiste em desidratar, secar e moer a casca da fruta, a polpa ou os dois juntos. A farinha fica colorida e com sabor.

A Vamol, de Arapongas, vendeu 200 estantes e racks, no valor de US$ 25 mil, para o país árabe no final de janeiro. Foi a primeira exportação da empresa para a região. A companhia também está negociando com Argélia, Egito, Emirados Árabes Unidos e Palestina. Empresários argelinos vão visitar a Vamol no final de fevereiro.