O chanceler brasileiro afirmou que o governo norte-americano mudou significativamente seu posicionamento sobre a reforma de órgãos multilaterais, em especial o Conselho de Segurança da ONU.
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Segundo estudo da OIT divulgado nesta terça-feira (22), o diálogo social e as políticas macroeconômicas foram fatores fundamentais para que o Brasil saísse da crise financeira internacional.
Em homenagem no Clube Monte Líbano, em São Paulo, o ex-presidente criticou a ação militar na Líbia e defendeu o diálogo. Ele destacou a relação ‘sólida’ que seu governo construiu no mundo árabe.
As vendas do setor à região avançaram 65,6% e ficaram em US$ 724 milhões em fevereiro. Para o Egito, país atingido por crise política no mês, o avanço dos embarques foi de 92,6%.
Nos dois primeiros meses deste ano, Brasil teve queda de 33% nas exportações aos países árabes. A cotação do dólar atrapalha, mas o setor aposta em promoção comercial para ampliar os negócios.
Banco brasileiro de fomento anunciou lucro líquido de R$ 9,9 bilhões, um aumento de 47,2% em comparação com o ano anterior.
O governo do país árabe deve alocar o montante para a construção de 1,65 milhão de unidades habitacionais até 2015. População dobrou de tamanho entre 1998 e 2011 e deve chegar a 30 milhões em 2017.
A balança comercial brasileira teve resultado negativo de US$ 100 milhões na terceira semana de março.
Fabricante de cercas da Bahia, a Aramita quer investir nos mercados do Oriente Médio e da Ásia. Objetivo é garimpar novidades, fechar parcerias e exportar para países como os Emirados e China.
Fórum Econômico Mundial escolhe personalidades que podem fazer a diferença durante o ano. Entre elas está o kuwaitiano Naif Al Mutawa, criador da revista em quadrinhos The 99.
A marca de calçados femininos já exporta para Emirados e Kuwait e planeja entrar nos mercados saudita e marroquinos. Os modelos vendidos para os árabes são os de maior brilho e colorido.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá homenagem da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil nesta segunda-feira, em São Paulo.
Esse é a previsão de recursos a serem investidos no setor na próxima década, de acordo com a empresa kuwaitiana Markaz. A maior parte deverá ser aplicada em exploração e produção.
Crescimento ocorreu em oito anos. No mesmo período o consumo no Brasil passou de 113 quilos por habitante por ano para 125 quilos. As informações são do IBGE.

