O fluxo de cargas vai chegar a 96 milhões de toneladas até o final de 2010. Melhorias e investimentos no maior porto da América Latina são foco da quarta reportagem da ANBA sobre Santos.
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O presidente do país andino, Evo Morales, fez o anúncio nesta quarta-feira. É o terceiro governo sul-americano a tomar tal decisão, depois do Brasil e da Argentina.
O índice medido pela Fundação Getulio Vargas caiu de 125,1 pontos em novembro para 122,5 pontos em dezembro.
Para o Banco Central, a economia brasileira vai crescer 7,3% este ano e 4,5% em 2011.
Consultoria Economatica analisou o comportamento de sete moedas latino-americanas e do euro nos últimos oito anos. A moeda brasileira teve valorização de 108% no período.
O impacto das descobertas de petróleo no desenvolvimento econômico e social do muncípio e os novos investimentos são tema da terceira reportagem da ANBA sobre a cidade.
Na feira Medica, realizada em novembro, na Alemanha, as empresas brasileiras receberam encomendas de importadores de vários países, entre eles Arábia Saudita e Argélia.
De janeiro a novembro, os mercados brasileiros de ações e de títulos de renda fixa receberam mais de US$ 50 bilhões em recursos externos.
As despesas realizadas em viagens internacionais podem chegar a US$ 16,5 bilhões até o final do ano, segundo o Banco Central.
O hospital vai levar seus serviços para o interior de São Paulo. As novas instalações terão 58 mil metros de área construída e 150 leitos.
A escolha de Santos como sede da Unidade de Negócios da Bacia de Santos, os investimentos e a geração de empregos na região são foco da segunda reportagem da ANBA sobre a cidade.
O orçamento estima arrecadação de US$ 144 bilhões, então há expectativa de déficit. O país, no entanto, acumulou enormes reservas nos últimos anos.
Relatório da entidade informa que, embora em recuperação, o setor de transporte marítimo ainda não retomou o patamar anterior à crise. O transporte de mercadorias caiu 4,5% em 2009.
O relatório apresentado pela senadora Serys Slhessarenko fixa o valor a ser investido em 2011 pelo governo e empresas estatais. O total de gastos previstos é de R$ 2,07 trilhões.

