Instituições financeiras projetam crescimento de 2,28% para a economia brasileira em 2019, abaixo da expectativa da semana passada.
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Saldo negativo somou US$ 810 milhões no primeiro bimestre, um aumento de 11% sobre o mesmo período de 2018. Exportações e importações cresceram.
Vendas do Brasil à região somaram US$ 1,2 bilhão no primeiro mês de 2019, um aumento de 18% sobre o mesmo período de 2018.
O país do Golfo fez importações de US$ 990,4 milhões no primeiro mês do ano e o Brasil figura como quarto no ranking de fornecedores internacionais, segundo dados da Autoridade de Informação e Governo Eletrônico do Bahrein.
Brasil produziu em média 2,6 milhões de barris por dia no primeiro mês de 2019.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída no mês passado.
Órgão da ONU fez recomendações ao país árabe para adoção de medidas que impulsionem investimento estrangeiro direto. Governo está disposto a adotá-las.
Compradores dos Emirados, Catar e Arábia Saudita estarão na feira de alimentos em São Paulo. Eles terão agenda com expositores e com associados da Câmara Árabe.
Previsão da organização para crescimento do PIB do Brasil divulgada nesta quarta-feira (6) recuou sobre estimativa de novembro de 2018.
Para contratação de energia nova estão previstos dois leilões em 2019, dois em 2020 e dois em 2021, segundo o Ministério das Minas e Energia.
Empresas públicas do país árabe têm tomadas de preços abertas para compra de equipamentos e serviços na área de telecomunicações e produção de energia.
O bom resultado brasileiro na feira dos Emirados foi puxado pelo setor de carnes, seguido por grãos e alimentos industrializados.
Ministro do Setor Público anunciou que a Eastern Company, de tabacos, terá 4,5% das suas ações ofertadas em bolsa de valores.
Balança comercial brasileira registrou o segundo melhor resultado para meses de fevereiro desde o início da pesquisa.

