Moeda norte-americana teve valorização de 1,29% nesta terça-feira e fechou em R$ 3,183, maior cotação desde 29 de maio.
Notícias
Com o mercado interno desaquecido, setor busca retomada das vendas externas para produzir mais. Recuo de 11,2% na receita deve cair para quase a metade até final do ano.
Movimento no varejo brasileiro avançou 2,6% de janeiro a junho, foi o pior desempenho para o período desde o primeiro semestre de 2002.
Ação promovida pelo governo brasileiro acontece no próximo dia 10. Leilão irá trocar mil toneladas de arroz em casca a granel pela mesma quantidade já beneficiada. Agência da ONU irá transportar a doação.
Nos três primeiros dias úteis de julho, saldo entre exportações e importações do Brasil ficou positivo em US$ 636 milhões. Desde o começo do ano, superávit está em US$ 2,8 bilhões.
Os saques superaram os depósitos em R$ 38,5 bilhões no primeiro semestre, maior valor para o período.
Aumento nas exportações foi uma das poucas boas notícias divulgadas pela Anfavea, associação das montadoras, sobre primeiro semestre. Produção recuou 18,5%.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central aumentaram estimativa de queda para a economia em 2015, de 1,49% para 1,5%. É a sétima piora seguida na previsão.
Expectativa é da Associação Brasileira de Proteína Animal para 2015. Segundo a instituição, gripe aviária em outros países produtores está trazendo clientes para o Brasil.
Encontro ocorre no dia 22 de agosto em Londres. Objetivo é analisar história das relações, seu desenvolvimento e situação atual, e como isso pode afetar a questão Palestina. Brasileiros estão entre os palestrantes.
Apex-Brasil e Abiquifi darão novo impulso ao projeto Brazilian Pharma Solutions. Arábia Saudita é mercado prioritário.
Valor ficou abaixo dos R$ 144 bilhões de maio. Principal índice da bolsa brasileira teve alta de 0,6%.
País árabe passa por conflito civil e tem 21 milhões de pessoas precisando de ajuda. Programa Mundial de Alimentos anunciou entrega de três milhões de toneladas em suprimentos na próxima semana.
Receio do brasileiro de ficar sem trabalho cresceu 5,4% em junho sobre maio, segundo pesquisa da CNI.

