Empresas nacionais que ainda não exportam para os países árabes ou que querem expandir seus negócios na região participam de encontro na Câmara Árabe com importadores do Oriente Médio.
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O diretor-geral da entidade, Michel Alaby, está no Cairo para tratar da reativação do Conselho Empresarial Brasil-Egito, da organização de uma missão comercial e do aumento da cooperação com a Liga Árabe.
Ministério de Minas e Energia divulgou diretrizes para concessão da usina Três Irmãos, que vai ocorrer em setembro.
Empresa anuncia na feira Paris Airshow o lançamento da nova família de aviões regionais, que promete ser mais eficiente e mais confortável para os passageiros. Evento tem mais 16 companhias do Brasil.
Superávit da balança comercial brasileira ficou em US$ 70 milhões na semana passada, contra US$ 285 milhões na semana anterior.
Importadores do Oriente Médio estão em São Paulo para comprar alimentos e materiais de construção. Eles conversam com empresas brasileiras na Câmara Árabe nesta segunda e terça-feira.
Levantamento da Confederação Nacional da Indústria mostra que a contratação de serviços de fora do País, como consultores estrangeiros ou suporte técnico, é onerada em até 51%.
Maior feira de construção do Oriente Médio ocorre de 25 a 28 de novembro nos Emirados Árabes Unidos. Estande nacional tem espaço para dez empresas. Inscrições estão abertas até 30 de julho.
Depois de um período de seca e queda na produção, norte-americanos deverão ter safra normal. Alta demanda mundial, porém, garantirá espaço para exportações brasileiras.
Empresa já comunicou ao mercado que deseja lançar voo para a Nigéria. Se o projeto seguir adiante, rota será operada com a frota de aviões 737.
Em cerimônia da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, presidente brasileira afirma que País tem ‘robustez fiscal’ e capacidade de investir.
Estudo do Banco Mundial mostra que em 2011, pela primeira vez na história, o total de habitantes da região na classe média ultrapassou o de pobres.
Pesquisa mostra que desempenho se multiplicou no período de 1975 a 2010, com 3,6% ao ano. Levantamento levou em conta ganhos de produção pela eficiência e não pelo maior uso de insumos.
O avanço ocorreu em abril sobre o mês anterior, segundo dados dessazonalizados divulgado pelo Banco Central. Foi o segundo mês seguido de expansão do indicador.

