A Montevérgine exporta bombons de cereja sem álcool e torrones de castanha-de-caju e amendoim para os dois países do Norte da África. As vendas começaram há cerca de um ano. A empresa envia entre 15% a 20% do que produz para o mercado internacional.
Oportunidades de Negócios
Emirates News Agency* Dubai – A ministra de Economia e Planejamento dos Emirados Árabes Unidos, Lubna Al Qasimi, indicou hoje que a nova lei sobre empresas comerciais pode permitir que parceiros estrangeiros tenham participação superior a 49% nas empresas do país. "O primeiro esboço em árabe da nova lei já está quase pronto. Vai lidar
Os doces da Bel Chocolates são embarcados para vinte países. A meta para este ano é dedicar 15% das exportações para o mercado árabe, que representa metade dos importadores da companhia.
O objetivo é captar recursos para as áreas de petroquímica, geração de energia e dessalinização da água. Entre os dias 7 e 9 de maio os sauditas promoverão um seminário para apresentar os seus principais projetos. Uma delegação local esteve recentemente na China, onde convidou os empresários a investirem no país.
A Castor vende vestidos e conjuntos de saias e blusas para lojas de alto padrão da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Líbano, Kuwait e Catar. A empresa fabrica cerca de 3,5 mil peças ao mês e exporta metade da sua produção de roupas femininas. As peças são feitas com linhas de algodão e acrílico e enfeitadas com bordados, estampas e aplicações.
A Malhas Kyly, fábrica de roupas infantis e adolescentes de Santa Catarina, já exporta para Arábia Saudita e Líbano. A empresa, porém, acredita que os demais países da região também têm potencial de consumo para os seus produtos. A Kyly produz roupas leves, adequadas para países de altas temperaturas, como os árabes.
Nos dias 9, 10 e 11 de maio o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, vai receber empresários para os eventos comerciais paralelos à reunião de chefes de estado. Serão realizados seminários, uma feira de investimentos e haverá espaço para encontros de negócios. As inscrições são gratuitas e estão abertas no site BrazilTradeNet.
A informação foi dada nesta terça-feira à ANBA pelo ministro do Comércio Exterior do país asiático, Tariq Ikran, que esteve no Brasil à frente de uma delegação empresarial. De acordo com ele, há também interesse do governo e do setor privado de seu país na tecnologia brasileira de produção de etanol.
Os libaneses são os principais importadores dos calçados fabricados pela Sandálias 755, empresa de pequeno porte com sede na cidade de Arapiraca. A indústria fabrica sandálias de tiras femininas e masculinas e exporta também para Espanha, República Dominicana, Portugal e Estados Unidos. Parte dos calçados são feitos de PVC recolhido por pessoas carentes em lixões da região e transformados em solados.
Agência Brasil Brasília – O Brasil e a região da Catalunha (Espanha) trocarão, a partir de agora, informações sobre investimentos, o que poderá auxiliar potenciais investidores brasileiros e catalães no processo de tomada de decisão sobre seus negócios internacionais. Um memorando de entendimento para o intercâmbio de dados econômicos foi assinado em Barcelona (Espanha) pelo
A intenção do governo local é fazer com que a estrutura de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos, acompanhe o seu rápido desenvolvimento econômico. O PIB do emirado cresceu 11% em 2004 e deve crescer mais 9% neste ano. Nos últimos dois anos o número de indústrias dobrou. A construção de pontes e rodovias faz parte dos planos de expansão.
Yemen News Agency* Sanaa (Iêmen) – Foram abertas nessa terça-feira (12) uma série de licitações para projetos de desenvolvimento no Iêmen. Um dos projetos é a construção da Faculdade de Engenharia da Universidade de Aden, cidade no sul do país. O projeto está avaliado em mais de US$ 11 milhões, com prazo de dois anos,
A empresa paulista Anantha começou a exportar para Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait no segundo semestre do ano passado e agora negocia também a entrada na Argélia e Líbano. A Anantha fabrica perfumes e cosméticos a partir essências tipicamente brasileiras, como extrato de café, laranja e maracujá com chocolate.
A Polenghi, braço no Brasil do grupo francês Bongrain, está vendendo o queijo para os iraquianos. As exportações começaram em meados de 2004 e seguiram firmes nos primeiros dois meses deste ano. A empresa já providenciou até novas embalagens para o produto, com informações em árabe.

