São Paulo – Neste dia 25 de março, Dia Nacional da Comunidade Árabe no Brasil, a ANBA relembra histórias de brasileiros com ascendência árabe e suas contribuições em diferentes áreas no Brasil. Releia perfis publicados pela agência desde o começo de 2025 até este início de 2026 de personalidades que se destacam nas artes, no setor empresarial, no judiciário e na cultura no País.
A data de 25 de março foi escolhida como dia dos árabes em função da rua de mesmo nome, na capital paulista, que foi reduto das lojas dos primeiros imigrantes árabes no Brasil. A rua ganhou esse nome por causa da data da primeira Constituição do Brasil, promulgada no dia 25 de março de 1824, e ainda abriga alguns estabelecimentos de famílias de origem árabe, apesar de ter muitos outros empreendedores.
Os árabes e seus descendentes somam 11,6 milhões de pessoas no Brasil, segundo uma pesquisa encomendada pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira em 2020 para o instituto H2R Insights & Trends e o então Ibope Inteligência. O censo mostrou que entre essa comunidade, a maioria é libanês (27% dos entrevistados ouvidos) e a segunda maior origem é a síria (13%).
Acompanhe algumas histórias dessa comunidade:
Em texto de janeiro de 2026, a ANBA publicou a trajetória da artista brasileira Valéria Arbex, que fez das histórias transmitidas pela avó, uma imigrante síria, insumos para o seu trabalho no teatro e na literatura.
Em setembro de 2025, a ANBA publicou a história de um empreendedor filho de palestino, Omar Hassan El Eis. Ele entrou para o ramo de piscinas bem jovem, aos 22 anos, e faz sucesso com franquias na área.
Também em setembro de 2025, a bailarina Dalal Achcar foi tema de texto da ANBA. Com infância dividida entre Brasil e Líbano, ela fez carreira internacional e fundou projeto social de dança para novas gerações.
Em julho de 2025, o leitor da ANBA conheceu a história da neta de árabes Andréa Maciel Pachá, com carreira de destaque no Judiciário brasileiro. Ela também escreveu livros, atuou nas artes e criou iniciativas em prol da adoção e do combate à violência contra mulheres.
Em janeiro de 2025, a ANBA contou a trajetória do ator de origem árabe Mouhamed Harfouch, artista de novelas da TV Globo. Na época, ele se preparava para estrear a peça teatral ‘Meu remédio’, na qual desvenda a história que seu nome guarda e aborda a ascendência síria.
Conheça também a história do descendente de sírios Gabriel Sayegh, publicada em junho de 2025. O engenheiro relata o trabalho para manter viva a cultura árabe em espaços da cidade de São Paulo.
*Os perfis trazem informações da história de cada pessoa até a data da publicação da reportagem (veja em cada texto), sem atualizações mais recentes para esta publicação.


