Secretaria Executiva do Conselho das Zonas de Processamento de Exportações se articula para fazer parcerias com zonas francas de países árabes e atrair investimentos da região.
exportação
Embarques do produto somaram 855,8 mil toneladas nos primeiros nove meses da safra 17/18, que começou em junho do ano passado.
Marrocos abriu o mercado para ovos férteis e animais de um dia do setor.
Vendas do produto para o mercado árabe caíram no primeiro trimestre deste ano.
No comparativo com o mesmo período de 2017, em receita, as maiores quedas nas vendas externas de calçados do Brasil foram para os Estados Unidos, Bolívia, Israel e Emirados Árabes.
Empresa de louças e metais sanitários exportou produtos para prédios residenciais em Abu Dhabi, nos Emirados. Este é o primeiro projeto de peso da companhia brasileira no Golfo.
Jan vende distribuidores de fertilizantes a egípcios e quer entrar em novos mercados árabes. Empresa tem quatro unidades industriais no interior gaúcho.
Avaliação é do secretário-geral da União das Câmaras Árabes, Khaled Hanafy, que esta semana participou de fórum econômico em São Paulo.
Para empresas terem isenção ou desconto de tarifa no comércio do Egito com o Mercosul é preciso emitir certificação especial. Assunto foi abordado em encontro na Câmara Árabe.
Foram embarcadas 180,2 mil unidades de janeiro a março, um aumento de 3,3% sobre o mesmo período do ano passado. Produção, vendas e importação também cresceram.
Foram embarcadas mais de 1 milhão de toneladas, 5,6% a menos do que no mesmo período do ano passado.
A previsão é que a balança comercial tenha um superávit de US$ 50 bilhões em 2018.
Brasil embarcou o equivalente US$ 1,82 bilhão ao Oriente Médio e Norte da África no primeiro bimestre.
Foram importadas 12,4 mil toneladas do produto no primeiro bimestre. Consumo na Páscoa pode aumentar até 30%.

